Pular para o conteúdo principal

UM DIA NO HGI

Gostaria de agradecer aos funcionários do Hospital Geral de Itaparica, pelo atendimento que foi oferecido ao meu Roberto no dia de ontem. Desde o acolhimento na recepção até o atendimento médico, ele recebeu toda a atenção e medicação necessários à estabilização de seu estado físico. Enquanto aguardava, fui constatando que o mesmo acolhimento era oferecido a todos. E isto é muito gratificante se pensarmos que é o hospital o único primeiro maior apoio que cada um de nós pode recorrer na hora da dor, tenhamos dinheiro ou não, sejamos chiques ou não. Portanto, precisamos ajudar não só na manutenção do mesmo, como na melhoria e ampliação de seus atendimentos e para isto, precisamos pressionar o governo do Estado para cumprir com suas obrigações com a empresa gestora, assim como pressionar a mesma para direcionar para o nosso HGI, melhores e maiores atenções, visto que nos últimos anos, o hospital vem atravessando crises intermináveis e esta cobrança precisa acontecer através da Prefeitura que desfruta junto ao governo do estado um ótimo relacionamento. Cabe a cada um de nós fazer com que nossos vereadores se tornem mais próximo de nossas mais básicas necessidades, cobrando incessantemente da Prefeita eleita de forma expressiva, ativa luta a favor de todos nós. Problemas só se tornam históricos pela acomodação do povo e dos políticos em geral. Se queremos uma Itaparica melhor para se viver, precisamos cobrar os nossos direitos fundamentais, assim como cumprirmos as nossas obrigações de cidadãos participativos. É inimaginável continuarmos a pagar IPTU sem que tenhamos a mínima atenção aos serviços públicos que deveríamos receber. Entra gestão e sai gestão e inúmeras de nossas ruas continuam sem calçamento, saneamento básico, luz nos postes, recolhimento de lixo, enquanto, apreciamos ano após ano, outras ruas e avenidas, sendo sistematicamente refeitas, num desperdício de dinheiro público assustador. O HGI é apenas um item de fundamental importância para que o povo de Itaparica possa receber o que lhe é de direito. E quanto a enfermeira loira que atendia no ambulatório, cujo nome não me foi possível conseguir devido ao natural corporativismo, fica o meu pesar, pois é sempre possível existir uma fruta podre nas boas e saudáveis arvores.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O FALSO BOM SAMARITANO...

Há algumas horas atrás, assistia à uma uma aula de Filsosofia da Educação, onde em determinado momento falávamos em interação com o Professor Wilson sobre justamente a humanização de nós humanos.

Cheguei a argumentar que somos incapazes de atingir esta humanização ideal exatamente por que não somos educados ao entendimento da dimensão de nossa própria existência, nem no conceito individual quanto mais em relação a um todo que sequer conseguimos enxergar e muito menos sentir.

Estamos divididos em três facções vivenciais, ou seja: aqueles que crêem em Deus e são religiosos, aqueles que crêem, mas nao são religiosos, e aqueles que não crêem.

Todos, sem exceção, vagueiam em seus cotidianos sem ter qualquer entendimento real do quanto estão desperdiçando seus minutos presentes e, sem sem se dar conta, permanecem repetindo posturas que em sua maioria no máximo os robotizam, tirando lenta, mas sistematicamente, toda e qualquer potencialidade interior que é capaz de impulsioná-los a se verem com…

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PRIMEIRO QUADRIMESTRE DE 2018

Estive, como sempre, presente na Câmara Municipal de Itaparica por ocasião da prestação de contas que, diga-se de imediato, foi didaticamente explicada ao público presente, que se resumia em sua maioria a funcionários da própria prefeitura e assessores diretos da gestão. No entanto, todo o evento foi transmitido ao vivo pela sua Rádio Tupinambá FM. Acompanhei os itens apresentados com a mente aberta ao entendimento, mas reconhecendo as minhas limitações contábeis, deixando-me ao direito de apenas buscar dados que explicassem os gastos em relação à arrecadação que, na avaliação de pessoa comum do povo, pareceram-me elevados ao pensar na precariedade em que a cidade vem vivenciando o seu cotidiano. Em vista desta premissa, fui registrando algumas perguntas que as explicações da especialista em finanças, assim como a Controladora do município, não foram capazes de esclarecer, até porque, não cabia a nenhuma delas tecer considerações sobre as decisões da gestora em relação ao destino das ve…

OPRESSÃO CULTURAL

Acreditei estar me especializando na área da observação do comportamento humano e, por toda a minha vida, pensei estar aprendendo tudo quanto poderia, e, no entanto, absorvida com a diversidade infinita que me cercava e totalmente fascinada com o que majestosamente me apresentava a cada instante, me perdi totalmente, e, de repente, assim sem qualquer aviso prévio, vejo-me diante de minha não menos infinita ingenuidade avaliativa e percebo, então, o quanto nada sei em relação a capacidade humana em se adaptar às circunstâncias, ou a buscar posições favoráveis à suas conveniências pessoais de adaptabilidade social.Há alguns anos, venho tentando entender o porque de minha paixão por Itaparica, visto que conheci inúmeros outros locais, não menos bucólicos e acolhedores. E agora, como um raio de luz esclarecedor, posso compreender que em minhas buscas pessoais de aperfeiçoamento, encontrei aqui, neste local encantador, todos os subsídios necessários a um aprendizado mais concreto e expli…