quarta-feira, 31 de agosto de 2016

SEM LIMITES


São cinco horas da manhã e me deparo com a decisão sábia de minha amiga e candidata a vereadora Débora Reis.
Sua decisão veio de encontro às reflexões que fiz na tarde de ontem e que dividi com o meu Roberto, onde, havia de minha parte o desejo de me afastar do Comando do show da manhã na Rádio Tupinambá FM, até as eleições, num impulso absolutamente apaixonado em protege-la da incapacidade dos incautos em reconhecer a importância deste meio de comunicação nesta ou em qualquer cidade.
Argumentei em relação aos riscos constantes em que me exponho e que, infelizmente, volte e meia me vejo fisgada e agindo quase que exatamente igual aos ignorantes existenciais que fazem da política, meios rápidos de enquadrarem suas medíocres vidas num contexto de vantagens e estabilidade, além de sedimentarem suas vaidades desmedidas.
Enxerguei-me em dado momento vestindo as mangas da estupidez e da inconsequência e isto me apavorou enormemente, pois minhas realidades emocional, racional e educacional, não permitem tais posturas, indo de encontro a lógica de minha própria vida no convívio com os meus demais.
Exercitei por toda uma vida, com muitas derrapagens, confesso, a capacidade de tão somente, valorizar as qualidades alheias, sem, no entanto, desconsiderar ou fechar os olhos para as mazelas que, novamente afirmo, reside na alma de todo ser humano.
Encarar os próprios erros, fazendo minha culpa sem dramas ou humilhações, fez com que no decorrer do tempo, meu todo se fortificasse, assim como como minhas atitudes e meus escritos, ganhassem a credibilidade, não da verdade absoluta, mas da sinceridade de meus propósitos.
A Rádio Tupinambá FM nos últimos quase cinco anos, tem sido o meu trabalho profissional que procuro honrar a cada instante, como fiz com o tudo mais que já realizei em minha vida, portanto, protege-la da maldade, da inveja de quem jamais fez algo valoroso pela cidade, pode em alguns momentos, me fazer esquecer o limite de minhas ações.
Mais que um trabalho, a Rádio é uma paixão que merece ser protegida por mim e por todos os cidadãos conscientes desta cidade, pois é um meio livre de expressão do cidadão, meio interativo e incentivador da cidadania e do senso bendito de pertencimento, tão necessário para o equilíbrio das relações sociais.
Ao final de meu desabafo, já não desejava me afastar, mas ressurgia naquele momento, uma força estranha que reconheci ter sido sempre minha parceira, levando-me a pedir desculpas a quem de direito, quando invadi suas searas, mas impulsionando-me frente a todo e qualquer interesse menor eleitoreiro que ousar tentar calar a voz da cidade com ameaças pequenas e mesquinhas, vitimando-se às custas da realidade do sucesso desta Rádio.

Não estou sozinha, nem sou principiante em meu ofício e tenho um belo e respeitável serviço prestado à cidade em termos sociais e jornalístico, afinal, não caí de paraquedas nas três eleições que vivenciei nesta cidade, portanto, seguirei o meu trabalho, com o histórico que arduamente venho conquistando, tendo acima de tudo, um grande Deus, que tudo vê e ampara.

domingo, 28 de agosto de 2016

REFLETINDO


Senhor, fazei de mim um instrumento de sua paz.
Onde houver mentiras que eu leve a verdade.
Mas senhor, aonde encontrarei a legítima verdade, se ela se hospeda na mente e na alma de cada criatura que faz dela, seu escudo de lutas e conquistas?
Como discernir uma verdade que possa satisfazer a realidade, sem busca-la num número maior de interessados?
Não seria a verdade, tão somente a mais abrangente das certezas?


Que neste domingo, sejamos capazes de ponderar nossas verdades em prol de um entendimento que se insira no bem-estar do nosso próximo.

sábado, 27 de agosto de 2016

PAIXÕES NECESSÁRIAS


Os rios correm em direção ao mar, num curso jamais interrompido pela própria natureza, quando muito, deixam-se distribuir numa infinidade de afluentes, como se fossem brechas benditas que os impedem de transbordar.
E assim, somos nós, enquanto, vida terrena, esvaindo-nos em emoções que nos resguardam dos acúmulos íntimos, que certamente, se transformariam em marolas incontroláveis que, nos fariam sucumbir.
Portanto, não deveis sentir culpas pelos teus arrojos temporários, pois são como válvulas de escape, necessárias a manutenção de teu equilíbrio cognitivo.
Tua paixão, característica de tua personalidade é parte fundamental de tua ações e reações, são teus preciosos versos que compõem o poema que representas para o universo.
Que neste sábado, tuas paixões estejam presentes em tuas ações, justificando o soneto de tua própria existência.
Os rios correm em direção ao mar, num curso jamais interrompido pela própria natureza, quando muito, deixam-se distribuir numa infinidade de afluentes, como se fossem brechas benditas que os impedem de transbordar.
E assim, somos nós, enquanto, vida terrena, esvaindo-nos em emoções que nos resguardam dos acúmulos íntimos, que certamente, se transformariam em marolas incontroláveis que, nos fariam sucumbir.
Portanto, não deveis sentir culpas pelos teus arrojos temporários, pois são como válvulas de escape, necessárias a manutenção de teu equilíbrio cognitivo.
Tua paixão, característica de tua personalidade é parte fundamental de tua ações e reações, são teus preciosos versos que compõem o poema que representas para o universo.

Que neste sábado, tuas paixões estejam presentes em tuas ações, justificando o soneto de tua própria existência.

domingo, 21 de agosto de 2016

TERNURA


São cinco horas desta manhã de um domingo que promete ser brilhante e ensolarado e, novamente, estou as voltas com as emoções humanas que me fascinam em todas as suas nuances e complexidade.
Penso então na ternura que é um sentimento que anda escasso, quase soterrado em meio aos atropelos de um sistema cruel, que vai a cada instante nos empurrando para os abismos da vaidade incontida e do exclusivismo marginal.
Incontido, porque a cada instante somos bombardeados por novidades e apelos de mudanças que mais que indutores, são correntes invisíveis que nos aprisionam num mundo de ilusões, onde não há lugar para a lógica que produz o bom senso, mas apenas para o exclusivismo que é inconscientemente, a única arma de proteção que acreditamos irá nos salvar e, no entanto, ainda assim, sentimo-nos cada vez mais isolados, vazios e pior, temerosos de tudo que nos rodeia, numa insanidade avassaladora.
Percebo que a doce ternura que nos envolvia e que nos impulsionava a sermos mais encantados em nossos minutos presentes, foi aos poucos, silenciosamente, adoecendo e minando nossas almas e levando-nos a uma praticidade de posturas, que destitui as atenções das trocas vibrantes de gentilezas, produtoras aparentemente insanas, por estarem fora da pressa que o consumismo das novidades exige, mas absolutamente reais e amigáveis parceiras da ternura, tão necessária à existência do carinho que, precede a afetividade.
E então, penso que quando, a ternura nos abandona, leva consigo a humanidade, deixando tão somente, espectros que mesmo bonitos, perfumados e ambiciosos, ricos e soberbos, nada mais são que, seres solitários em meio a solidão de si mesmos.
Que neste dia que apenas está começando, sejamos capazes de resgatar em nós, a ternura que nos torna os seres mais bonitos e completos do universo.



sábado, 13 de agosto de 2016

ACORDANDO


Em manhãs como esta, na companhia tão somente do universo, solto minhas amarras de pudor, meus receios que na realidade, agem como sensores e ao invés de como na música “Soltar a minha voz”, prefiro por uma questão de afinidade, liberar a minha mente, deixando-a voar e, as vezes de tão alta, como agora, perco-a nas nuvens.
É quando então, acordo de verdade e meio que aturdida, adentro lentamente neste cotidiano sistêmico, mais que viciado e bem menos atrativo, quanto se exibe.
Mas a sensibilidade amiga e parceira, corre em meu socorro, liberando como um espasmo um forte arrepio, intuindo-me que sempre vale a pena, buscar-se flores, perfume e colorido em meio a este grande deserto.
É sábado e chove leve lá fora...
Que venham então, muitos outros arrepios, gentileza da vida para colorir e perfumar minha alma.


Que neste sábado de agosto com breve chuva e sem o rigor do frio, o arrepio amigo da vida, invada o seu corpo, liberando a alma que certamente, tudo sempre pode colorir, perfumar e fazer valer a pena.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

LUTANDO CONTRA A MARÉ


Senhor, fazei de mim, um instrumento de sua paz.
Olho ao redor e me pergunto de onde mais é possível tirar forças para este nado interminável, na busca de uma praia que parece nunca chegar.
Praia de areias finas e brancas, onde eu possa repousar o meu corpo cansado e de onde eu possa sob o sol, fechar os olhos e finalmente, descansar na bendita paz que um dia, acreditei poder alcançar.
Paz, mais que uma palavra, um desejo ou uma afirmação, que seja um bálsamo que me acolha, me estreite e me console.
Uma paz sem luz, sem cor e sem aromas, paz sem qualquer atrativo, promessas ou encantos.
Tão somente, paz.
E do olhar ao redor, volto-me e foco os céus, num correr de olhos quase que aflito, querendo encontrar um Deus que de tão infinito, esfacelou-se em estrelas, querendo abraçar a vida, através das nuvens.
E por instantes, deixo-me acreditar que tudo é apenas, um sonho ou uma brisa ligeira que me confundiu ou talvez, viver seja nada mais que isto, um nado ininterrupto para lugar nenhum.
Pensando bem, nada faz sentido, se a ilusão da paz, não impulsionar o corpo, comandando a mente, na busca da sempre longínqua praia.
 Onde, então, dar-se-á o bendito encontro, entre eu e a desejada paz.




sábado, 6 de agosto de 2016

A DIDÁTICA NO SISTEMA POLÍTICO


Pensar em se fazer política pública deveria ser antes de tudo uma busca ao sentido maior da sua definição, aprendendo a partir daí, seus valores básicos de sustentabilidade, através dos erros e dos acertos até então cometidos, abrindo um leque de conhecimento mais amplo sobre a visão de bem público e consequente bem comum.
Não basta ter-se ideias, ideologias calcadas em experimentos cotidianos, onde o certo e o errado baseia-se nos interesses individuais e até mesmo religiosos ou de pequenos grupos que por si só, de forma separatista com a justificativa da disputa, já destoam do sentido maior de bem comum, assim como não bastam as intenções se aliada a elas não existir a competência, o entendimento específico do ato administrativo de gerir-se em prol da diversidade sempre presente, seja no aspecto educacional, monetário ou cultural.
Buscar na antiga Grécia, os grandes pensadores e suas visões, assim como percorrer a história do desenvolvimento político da criatura humana em seus tempos e culturas, certamente serviria de base aos nossos jovens no apogeu de suas iniciativas participativas, dando a eles um senso crítico mais apurado e certamente, destituído da paixão cega que nubla realidades e promete sublimes e irremediáveis decepções.
Quando os jovens se dedicam a ler Sócrates, Platão, Aristóteles e tantos outros que se seguiram, passam certamente a terem um leque imenso de pensamentos voltados a questão social que já naquela época era maquiada pelo interesse individual ou de grupo, levando tais particularidades às distorções possíveis de serem ainda nos tempos atuais constatadas num atraso absurdamente assustador, dado o grau de desenvolvimento científico e tecnológico, incoerente frente a comunicação instantânea que liga as várias nações que compõem o universo terrestre.
Fazer política e principalmente partidária tem sido ao observador mais atento, tão somente uma repetição de receitas absolutamente antiquadas que burlam a criatividade e diminuem o sentido maior de seus propósitos.
Portanto, mais que promessas, o verdadeiro líder político precisa ter em mente e nas posturas uma conduta conciliadora, respeitando-se a imutável realidade do “Direito Constitucional”, pautado na ética que por sua vez é formada na etiqueta de seu comportamento pessoal em relação ao tudo o mais, formando assim uma Estética que seja voltada não ao certo ou ao errado, mas ao ideal que atenda às necessidades fundamentais que representam os “direitos humanos” que ao longo da história tem sido negligenciado no seu sentido maior.
Que as frases feitas e os velhos refrãos, sejam substituídos pelo ideal maior de se querer buscar novos caminhos, sem rótulos que os distinga, mas com a presença do melhor possível nos atos conscientes que naturalmente, nascem das intenções bem estruturadas.

A independência e a autonomia avaliativa, constituem a chave da fechadura  da legítima democracia que abre e permite garantindo, assim, aos atos e pensamentos,  vida e liberdade.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

PALHETA DA ALMA


Voa, voa e voa, mente inquieta, na busca incessante do reviver de épocas que se foram, mas que deixaram marcas companheiras de toda uma vida.
Nessas lembranças a música sempre esteve presente na voz de grandes interpretes que a cada ocasião, emprestaram o brilho de suas canções e, alguns deles, foram muito marcantes como Luiz Miguel, Roberto Carlos, Frank Sinatra, Louis Armstrong, Whitney Houston, Elis Regina, Elisete Cardoso, Fafá de Belém e tantos outros...
Também a literatura fez o mesmo percurso, através das somatórias de letrinhas e sentimentos de preciosas criaturas como Drummond, Rilke, Manoel Bandeira, Neruda e muitos e muitos outros, abrindo espaço para o desenvolvimento natural e absolutamente espontâneo de um coração livre e totalmente apaixonado pela vida.
Na companhia da música e da literatura, a menina de Ipanema cresceu meio que solitária em seu particular mundinho de filha rapa do tacho de uma família classe média de origem portuguesa que, trazia os conceitos muito arraigados de família, decência e a visão limitada das posturas que uma mulher deveria ter no mundo.
O que fazer então, com o espírito livre que desconhecia fronteiras, além de mantê-lo liberto, sem qualquer amarra, vivenciando grandes aventuras poéticas e musicais.
O fascínio permanecia intacto frente as novidades que se apresentavam sistematicamente e que, na maioria das vezes, adentrava despudoradamente por todo o ser, arrancando arrepios, num frenesi de vida e liberdade.
E quando a adolescência chegou, sem pedir licença, alterando o físico, abalando os hormônios, foi como um vendaval que impiedoso, tudo questionava, apressando os sentimentos, num giro do relógio biológico e emocional, levando a crer a cada instante, que o tempo era mais rápido que o próprio pensamento no seu constante desejo de produzir ações.
Aprisionada atrás das barras dos conceitos e preconceitos, restava tão somente, a liberdade das infindáveis viagens mentais que generosa, amiga e sempre parceira, encobria as impossibilidades com o véu leve das perspectivas, dando a elas, brilho, cor e sabores que ao longo do trajeto, aí sim, com os pés no chão, num labutar diário, foram sendo identificados como reais e possíveis de serem sentidos, independentemente de épocas ou condições favoráveis, pois foram delineadas meticulosamente com os pincéis e as cores de uma palheta muito especial que foi sempre a palheta da alma, que se formou gradativamente nas inspirações da natureza que, afinal, sempre presente, também generosa, cedeu por todo o tempo o seu doce e cândido gigantismo, transformando a menina em mulher aprendiz, aluna eterna do cotidiano em sua complexa diversidade.


terça-feira, 2 de agosto de 2016

ALÔ ALÔ ITAPARICA...AQUELE ABRAÇO!!!!

Não faz qualquer sentido humano na completude de sua expressão que a política partidária separe pessoas com a espada invisível, mas absolutamente cortante do partidarismo.
Respeitemos as ideias e ideais dos demais, tendo o discernimento suficiente para não perder de foco o ser humano que é bem mais completo que uma simples opção de um período eleitoral.
O respeito aos demais é o único passo que nos direciona à plena liberdade de ser e de querer.
Aos nossos candidatos ao executivo e ao legislativo o meu desejo de que possam aprender mais e mais nesta oportunidade única de adentrarem nos lares da diversidade humana, trazendo para os seus objetivos a certeza absoluta que tudo sempre “vale a pena se alma não for pequena.”
Um beijo carinhoso em Zezinho, Marlylda e Emílio, assim como nos demais que buscam seus ideais políticos.
Afinal, tudo que importa é que a vida é bonita é bonita e é bonita.


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

APENAS MICHELLE MARQUES



Desde o nosso primeiro encontro em 2012, na secretaria de saúde no Alto do Santo Antonio, quando você gentilmente me concedeu uma entrevista, pude perceber que estava diante de uma criatura simples, mas extremamente desejosa de acertar na responsabilidade ao assumir uma secretaria tão complexa.
Suas respostas foram firmes e absolutamente despidas de qualquer tipo de camuflagem, tão fácil de ser identificado por profissionais experientes da imprensa, acostumados que estamos com as figuras estereotipadas que se repetem e que nos frustram.
Com o passar do tempo, acompanhando bem de perto suas atividades, já que as demandas oriundas de meus ouvintes da Rádio Tupinambá, sempre estavam presentes, compreendi rapidamente o quanto o seu despojamento de vaidade e estrelismo era responsável pela harmonia possível de ser encontrada em todos os departamentos daquela secretaria, através dos seus funcionários, que logo absorveram o espírito cristão e social de suas intenções profissionais, transformando a secretaria de saúde num celeiro de acolhimento e respeito ao povo de Itaparica.
Se não bastasse, ela e sua coesa equipe, foram além, buscando trazer para a cidade o tão esperado amparo aos idosos, oferecendo de forma inédita um serviço social de acolhimento diário ( CASI)com médicos, enfermeiros, cuidadoras e inúmeros voluntários que passaram a oferecer os seus talentos em prol de resgatarem a autoestima dessas criaturas maravilhosas que se encontravam no ostracismo de seus outonos de vida.
Mas esta equipe não parou e logo abrigava como jamais aconteceu os nossos pacientes do CAPS, que encontraram nesta gestão o respeito e a dignidade que merecem através do apoio de médico e psicólogo e de terapias ocupacionais ao longo dos dias.
Mas não parou por aí, a jovem secretária Michelle Marques com o apoio do Prefeito Raimundo da Hora, decidiram inserir estas criaturas no cotidiano da cidade, preparando-as para se apresentarem como reais personalidades em eventos especiais e assim, surgiu o Natal do Meu Tempo que reuniu 2000 pessoas na Fonte da Bica, no dia 21 e 22 de Dezembro de 2014 e depois em 2015, dando a oportunidade única aos nossos jovens de dividirem seus brilhos artísticos com os nossos idosos e especiais, oferecendo ao público presente um belo exemplo de integração e amor.
O tempo foi passando e com muita justiça, neste momento de transição política, você foi escolhida para ser a Vice, numa candidatura política e eu, tive a honra de ouvir de você, menina que poderia ser minha filha, que estava com medo, por que não se sentia política e que jamais havia pensado em tal possibilidade.
E eu lhe respondi que a cidade no momento precisava mais de gente produtiva, capacitada e honrada que propriamente de políticos.
Acho que sou suspeita, porque aprendi nestes anos a lhe amar, apenas pelo ser humano bonito e bonito que você tem sido sem qualquer escorregão, seja lá diante do que for.
Todavia, sinto orgulho apenas em pensar que haverá a possibilidade de vê-la numa nova gestão, oferecendo o seu brilho, seu talento e seu amor por Itaparica, que a maldade, a inveja e todas as mazelas emocionais humanas, será incapaz de apagar.
Que Deus em sua misericórdia a abençoe hoje e sempre.
E que neste dia lindo de seu aniversário, que tudo de bom lhe aconteça ao lado daqueles que lhe amam.
Beijos Gatinha.