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Mostrando postagens de Dezembro, 2011

QUE VENHA 2012!...

E aí, hoje é o último dia do ano de 2011, estou feliz, afinal consegui vivê-lo com saúde, relativo sucesso pessoal, já que consegui uma vaga em uma Instituição Federal, imaginem!


Tenho um companheiro fantástico e uma família saudável. Juntos entre os trancos e barrancos sistêmicos que só por se estar vivendo já se é exposto, ainda assim, permanecemos muito distantes das desgraças, infortúnios e doenças, o que por si só nos transforma em criaturas privilegiadas.

Como já é tradição mantida pelas variadas mídias ao longo sei lá de quanto tempo, como quase todo mundo, faço minha retrospectiva, indo além do ano em si, estendo-me pela vida afora, buscando mãe, pai, amigos, parentes, cidades, trabalhos, estudos, moradias, alegrias, encontros e desencontros, lágrimas e os muitos sorrisos e gargalhadas que fui capaz de expressar, não economizando recordações e muito menos temendo tê-las, pois ao final de cada uma, cá estou eu ainda acordando pelas madrugadas, esperando ansiosa pelos pássaros, …

Extremos...

Sou tão viciada em conversar comigo mesma que me habituei a escrever o que penso apenas para ter assunto por todo o tempo. Comigo mesma, é claro. Se não esqueço por que escrevi, relembro e, então, posso rever sentimentos e conceitos, às vezes expressando verbalmente minhas alegrias, tristezas ou raivas por tê-los habitando o meu ser.


Esta foi a forma que encontrei para não enlouquecer em meio ao turbilhão de emoções que sozinha, sem eu mesma, não só me sufocava, tirando o brilho de meus instantes presentes, como intui que me destruiria.

Bem... Na melhor das hipóteses me transformaria em alguém, digamos, frívolo emocionalmente, passando pela vida sem senti-la com tanta intensidade e buscando por todo o tempo, compensações, tipo recompensas pelos danos suportados.

Deduzi e confesso, até experimentei a solidão existencial, passando a me sentir lesada e, o que é pior, fora de qualquer contexto, fosse ele qual fosse, sem ter verdadeiramente maiores integrações comigo, que afinal, sou eu me…

Meditações

Nesses meandros emocionais em que o racional é permanentemente lançado às trevas da incerteza, permaneço confusa, perdida, e com a sensação contínua de estar sem o chão seguro no qual preciso manter-me de pé.


Remeter-me-ia, se soubesse, às profundezas do mar azul de meu inconsciente, na expectativa de encontrar subsídios conciliadores entre as emoções desejadas e as conseguidas, talvez, então, em um balanço racional, pudesse extrair uma única verdade, um único caminho, onde todo o meu ser, então, se harmonizaria, através do encontro e conseqüente descanso tão necessário com a bendita paz.

Estado conciliador que se expressa nos poros, nos olhares e nas vibrações que contagiam, desarmam, aproximando ou distanciando as energias que plainam ao meu redor.

Se eu pudesse, se eu soubesse qual o caminho a seguir, perseguiria frenética os recôncavos de meu interior na busca teimosa dessa paz, até agora, tão somente utópica?

Talvez, não sei, afinal por todo o tempo coloquei a paz como algo a se…

PREMISSAS BÁSICAS...

Partindo da premissa básica de que a primeira intenção que um professor deva ter em sua natureza de pessoa humana, seja justo uma tendência predominante de particular interesse por tudo quanto possa representar vida, crê-se, então, que existirão subsídios cognitivos suficientes para que haja uma real integração absorciva entre ele e o tudo mais, independentemente de haver qualquer formação, o que dará, assim, à criatura em questão, respaldos continuados, estímulos e conseqüentemente equilíbrio necessário para identificar, compreendendo, os graus diferenciados em termos não só intelectuais, como culturais e sistêmicos com os quais precisará conviver no cotidiano da sala de aula.


            Através dessa sensibilidade perceptiva, a criatura promoverá um intercâmbio no qual as unidades se adequarão à formação de conjunto, abraçando interesses nos quais poderão, em graus diferenciados, desenvolver a fração intelectual, assim como a construção lenta e gradativa do desenvolviment…

COPIANDO PLATÃO

Em todos os dezembros, fecho o ano de séries de crônicas sociais, onde durante meses tive a bendita oportunidade de poder expressar meus pensamentos e entendimentos falando de compreensão, respeito, ética, cidadania, fraternidade e de tudo o mais que a meu ver não deveria faltar nos relacionamentos humanos.

            Aliás, penso neste instante que o grande mérito do jornalista é justamente estar atento para não desanimar frente à sua fundamental realidade em ser repetitivo, uma vez que tenho a convicção de que não pode e não deve desistir em descrever fatos, informar ou, como todo cronista, fazer o que faço, focar a vida realçando o cotidiano em suas grandezas e mazelas, sempre aparentemente muito iguais.
            Neste ano de 2011, mais uma vez deitei meus olhares de interesse e participação na área da educação, tentando mais uma vez compreender o porquê tanto abandono quando tanto poderia se realizar.
            Como sou abusada, dei palpites, desenvolvi alternativas e até delin…