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Mostrando postagens de Maio, 2013

SEM EDUCAÇÃO, NADA É POSSÍVEL...

Dentre os sonhos dantescos possíveis de serem vivenciados nos cotidianos brasileiros, certamente o analfabetismo seja o mais assustador na medida em que é aprisionador e ao mesmo tempo limitante quanto ao desenvolvimento intelectual das criaturas, impossibilitando-as de irem mais além do círculo de suas próprias vibrações. A não inserção de conhecimentos variados empobrece os circuitos neuronais, diminuindo a capacidade de raciocínio lógico, portanto, não bastam as experiências culturais. É preciso bem mais para que se formem mentes capazes inclusive de identificar a si mesmos, nos seus direitos e deveres, sem que haja a imposição de um sistema hierárquico de tradição, submissão ou ambos. A baixa ou desqualificada escolaridade são rios que desaguam no mesmo mar da ignorância existencial, reforçando o poderio do populismo em detrimento da liberdade cidadã que estimula a violência, consequência direta e inevitável do descontentamento inconsciente que atinge de forma indelével a todas as …

MEGALOMANÍACA. POR QUE NÃO?

Na medida em que estou envelhecendo, percebo que estou também ficando muito egoísta, exclusivista e todos os demais “istas” que possam existir e que sejam capazes de desviar minha atenção de mim mesma. Espalhei espelhos pela casa e se passar por eles mil vezes, me olho e até dou uma paradinha para observar melhor, e acreditem, não consigo me convencer que estou envelhecendo e tão pouco que perdi o viço. Que coisa, hein! Certamente dirão muitos que me conhecem: - Ela não mais se enxerga. Coitada... Pois é, de repente, será que perdi o senso avaliativo de mim mesma? Qual nada! Creio que jamais me vi tão claramente, talvez por esta razão eu esteja valorizando cada detalhe que dantes passou despercebido ou simplesmente, não avaliei na medida certa. Hoje, cá pra nós, me sinto e me vejo linda, gordinha e gostosa, feliz, inteligente, geniosa, mas também muito carinhosa, cheirosa, rabugenta e super afetuosa e, para ser bem detalhista, creio que sou tudo de bom! Nossa... Se também enxergo as coisas ru…

Discursos itinerantes

Os discursos genéricos são sempre muito eloquentes e recobertos de falácias convincentes, pois são calcados em uma falsa lógica que agrada ao emocional de quem ouve. Para se fazer um discurso desta natureza é preciso crença pessoal da própria argumentação, na maioria das vezes, extraído da convicção de que o que diz, é e será sempre o melhor e para se chegar a este propósito é preciso que o sujeito em questão, primeiro tenha se convencido, independentemente de qualquer avaliação em se tratando do melhor para os demais. E aí, penso que tornar-se um orador deste naipe, não necessariamente precisa-se ser  inteligente ou mal caráter, talvez  um pouco mais egocêntrico e sacana , na medida em que seus interesses são prioridades, induzindo-se, portanto, a somente ver benécias em suas afirmativas, e como não possui concretas argumentações que consolidem suas palavras, cai no genérico, afirmando feitos, mas não exemplificados, por que simplesmente, não existem, assim como acusa sem nomes e refer…

Totalmente afins

Novamente atenta aos comportamentos duvidosos dos políticos de um modo geral e a postura do povo, mesmo nas suas variantes, vejo-me tendenciosa a crer que não há diferenças, que na realidade, excluindo-se uma ínfima parcela cuja base educacional em conjugação com uma base de sustentabilidade familiar, desenvolveu posturas diferenciais, pois para os demais, demais, este modelo já é passado, um modelo invariável das mesmas características de formação e desenvolvimento cognitivo em relação às coisas comuns, empiricamente adequados a um quadro de desenvolvimento pessoal, onde tudo é permitido, desde que devidamente ancorado em um conceito quase primata de sobrevivência. É comum dizer-se que cada povo tem o governo que merece e sinceramente, após meditação a respeito, associado aos longos anos de vida, leituras e vivências diversas de várias bases culturais, percebo assustada que no frigir dos ovos, como costumeiramente se fala nos jargões de nossa cultura irreverente, esta é uma verdade da…

Para nunca ser esquecido.

E aí, depois de ler todas as mensagens no face, passar os olhos pelo meu e-mail e preparar um tempero gostoso para o lombo de porco que o forno esperto está cuidando para que possamos ter um almoço saboroso, lembro do passado sem saudosismo, apenas como forma de não deixar que lugares, vidas e histórias sejam esquecidos como é comum acontecer no nosso dia-a-dia de pessoas atarefadas deste mundo moderno, repleto de ocupações e distrações.De onde estou, posso ouvir e ver a chuva pesada que não dá trégua e que tinge o céu de cinza escuro, escondendo por horas o solzinho maroto, gostoso e alegre que insistiu  no seu direito de fazer brilhar este domingo de festa. E por falar em festa, apesar de por aqui em casa não estar acontecendo, pois meus filhos com seus afazeres por aqui ainda não apareceram, busco então consolo nas recordações de dias passados, onde neste horário, lá estava eu na cozinha, preparando um almoço com imenso carinho para a minha sogra, Dona Zizita, mulher forte e resiste…

A QUEM DE FATO E DE DIREITO...

Nesta manhã em reflexão, como profissional do jornalismo e cidadã altamente preocupada com a situação do povo itaparicano, no qual eu e minha família nos inserimos, coloco em pauta de questionamento a ser dirigido aos ilustres edis da câmara de vereadores, membros estes, que fazem, em sua maioria, questão de afirmar nas sessões plenárias, que foram eleitos legitimamente através do voto popular e que em alguns casos até enfatizam o número de votos recebidos, o que a meu ver é um direito e uma conscientização bastante gratificante aos eleitores se manifestarem votando contra o requerimento verbal do vereador  Nerivaldo, em  que o mesmo, solicita a presença em plenário da não menos ilustre secretária da saúde, Sra. Micheline da Hora, a fim de que, como legítima funcionária do povo itaparicano, venha oferecer aos munícipes uma explicação oficial e de cunho público da falta constante de remédios e materiais em geral, assim como de equipamentos e das constantes falta de médicos e dentistas,…