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Mostrando postagens de 2011

QUE VENHA 2012!...

E aí, hoje é o último dia do ano de 2011, estou feliz, afinal consegui vivê-lo com saúde, relativo sucesso pessoal, já que consegui uma vaga em uma Instituição Federal, imaginem!


Tenho um companheiro fantástico e uma família saudável. Juntos entre os trancos e barrancos sistêmicos que só por se estar vivendo já se é exposto, ainda assim, permanecemos muito distantes das desgraças, infortúnios e doenças, o que por si só nos transforma em criaturas privilegiadas.

Como já é tradição mantida pelas variadas mídias ao longo sei lá de quanto tempo, como quase todo mundo, faço minha retrospectiva, indo além do ano em si, estendo-me pela vida afora, buscando mãe, pai, amigos, parentes, cidades, trabalhos, estudos, moradias, alegrias, encontros e desencontros, lágrimas e os muitos sorrisos e gargalhadas que fui capaz de expressar, não economizando recordações e muito menos temendo tê-las, pois ao final de cada uma, cá estou eu ainda acordando pelas madrugadas, esperando ansiosa pelos pássaros, …

Extremos...

Sou tão viciada em conversar comigo mesma que me habituei a escrever o que penso apenas para ter assunto por todo o tempo. Comigo mesma, é claro. Se não esqueço por que escrevi, relembro e, então, posso rever sentimentos e conceitos, às vezes expressando verbalmente minhas alegrias, tristezas ou raivas por tê-los habitando o meu ser.


Esta foi a forma que encontrei para não enlouquecer em meio ao turbilhão de emoções que sozinha, sem eu mesma, não só me sufocava, tirando o brilho de meus instantes presentes, como intui que me destruiria.

Bem... Na melhor das hipóteses me transformaria em alguém, digamos, frívolo emocionalmente, passando pela vida sem senti-la com tanta intensidade e buscando por todo o tempo, compensações, tipo recompensas pelos danos suportados.

Deduzi e confesso, até experimentei a solidão existencial, passando a me sentir lesada e, o que é pior, fora de qualquer contexto, fosse ele qual fosse, sem ter verdadeiramente maiores integrações comigo, que afinal, sou eu me…

Meditações

Nesses meandros emocionais em que o racional é permanentemente lançado às trevas da incerteza, permaneço confusa, perdida, e com a sensação contínua de estar sem o chão seguro no qual preciso manter-me de pé.


Remeter-me-ia, se soubesse, às profundezas do mar azul de meu inconsciente, na expectativa de encontrar subsídios conciliadores entre as emoções desejadas e as conseguidas, talvez, então, em um balanço racional, pudesse extrair uma única verdade, um único caminho, onde todo o meu ser, então, se harmonizaria, através do encontro e conseqüente descanso tão necessário com a bendita paz.

Estado conciliador que se expressa nos poros, nos olhares e nas vibrações que contagiam, desarmam, aproximando ou distanciando as energias que plainam ao meu redor.

Se eu pudesse, se eu soubesse qual o caminho a seguir, perseguiria frenética os recôncavos de meu interior na busca teimosa dessa paz, até agora, tão somente utópica?

Talvez, não sei, afinal por todo o tempo coloquei a paz como algo a se…

PREMISSAS BÁSICAS...

Partindo da premissa básica de que a primeira intenção que um professor deva ter em sua natureza de pessoa humana, seja justo uma tendência predominante de particular interesse por tudo quanto possa representar vida, crê-se, então, que existirão subsídios cognitivos suficientes para que haja uma real integração absorciva entre ele e o tudo mais, independentemente de haver qualquer formação, o que dará, assim, à criatura em questão, respaldos continuados, estímulos e conseqüentemente equilíbrio necessário para identificar, compreendendo, os graus diferenciados em termos não só intelectuais, como culturais e sistêmicos com os quais precisará conviver no cotidiano da sala de aula.


            Através dessa sensibilidade perceptiva, a criatura promoverá um intercâmbio no qual as unidades se adequarão à formação de conjunto, abraçando interesses nos quais poderão, em graus diferenciados, desenvolver a fração intelectual, assim como a construção lenta e gradativa do desenvolviment…

COPIANDO PLATÃO

Em todos os dezembros, fecho o ano de séries de crônicas sociais, onde durante meses tive a bendita oportunidade de poder expressar meus pensamentos e entendimentos falando de compreensão, respeito, ética, cidadania, fraternidade e de tudo o mais que a meu ver não deveria faltar nos relacionamentos humanos.

            Aliás, penso neste instante que o grande mérito do jornalista é justamente estar atento para não desanimar frente à sua fundamental realidade em ser repetitivo, uma vez que tenho a convicção de que não pode e não deve desistir em descrever fatos, informar ou, como todo cronista, fazer o que faço, focar a vida realçando o cotidiano em suas grandezas e mazelas, sempre aparentemente muito iguais.
            Neste ano de 2011, mais uma vez deitei meus olhares de interesse e participação na área da educação, tentando mais uma vez compreender o porquê tanto abandono quando tanto poderia se realizar.
            Como sou abusada, dei palpites, desenvolvi alternativas e até delin…

BENDITA LOUCURA

A porta da sala está semiaberta e, então, posso ver o sabiá, sem qualquer cerimônia, comendo a ração dos cachorros e vez por outra levando um grão consigo. Ele vai e volta e me chama a atenção, pois arrasta com seu pousar desastrado a vasilha de ração. Tenho a impressão que ele me vê e de alguma forma não só se exibe, como também desafia-me por todo o tempo.
Olho pela janela e já não vejo, como nos dias anteriores, o vento farfalhando os coqueiros e fazendo os galhos da mangueira dançarem, apenas chove fininho e somente o pé de amoras, pelas suas hastes finas e longas, é que desenha linhas imaginárias no espaço, talvez, penso eu, no auge de meu egocentrismo, dizendo-me:
- Olá, Regina, estou carregadinha de frutas fresquinhas, venha, delicie-se.
Pois é... foi por esta e por outras que há uns 25 anos um certo vizinho, que já morreu, lá do Bairro Pampulha, em Belo Horizonte, onde vivi por muitos anos, ao ouvir-me conversando com as plantas, e até beijá-las, enquanto as aguava nos finais dos…

RESGATANDO AFETIVIDADE...

Como uma cidadã muitíssima interessada na educação de nossas crianças, foi com imensa satisfação que neste mês de novembro pude, in loco, constatar em parte o nível de crianças e jovens em suas caminhadas educacionais. Entretanto, fui mais além, fosse como palestrante, fosse como observadora e ouvinte, fixando-me nos olhares, nos gestuais e, como sensitiva, nas vibrações.
Sem qualquer conotação de surpresa, reafirmei minhas próprias convicções em relação à falta de sustentabilidade emocional que deveria ser a base, âncora e escala de parâmetros que, afinal, definem o perfil de cada criatura humana, esteja ela em uma metrópole ou nos mais remotos locais, desde, é claro, que haja no mínimo a presença de uma cultura atuante, daí, a necessidade em preservá-las nas suas mais significativas expressabilidades.
Estive palestrando em uma Universidade Estadual para dicentes do curso de Letras e em uma Escola de Ensino Fundamental pública para alunos da 6ª e 7ª séries. Em ambos os locais, percebi …

PENSANDO ESCOLA II

Os aspectos fundamentais que justificam toda e qualquer alteração dos moldes atuais do sistema educacional, que inicialmente deve ocorrer a partir do ensino fundamental I, são e estão diretamente ligados à formação dos profissionais que estarão vinculados ao exercício, seja da presença em sala de aula, seja ligados às atividades psico-emocionais ou às de variações administrativas relativas as unidades ensino.
Cada unidade precisa ser compreendida como um núcleo, cujas células precisam estar operando como uma equipe em sintonia com o único propósito imunológico, em manter o corpo docente, dicente e administrativo em singular harmonia para que este saudável intento se reflita justamente no foco básico de todos os esforços em oferecer à criança um apoio sustentável ao seu desenvolvimento intelectual e humano, permitindo a ela um desabrochar à novas experiências absolutamente não só mais amplo no aspecto da absorção de conhecimentos diferenciados, mas amparado em um entendimento de bem co…

PENSANDO ESCOLA

A busca de uma harmonia entre a escola e a família torna-se a alma de toda e qualquer açâo voltada a desenvolver pedagogias mais contemporâneas.Não é possível continuar-se a  manter os mesmos padrões de relacionamento, assim como a mesma sistemática didática e ainda crer-se em uma provável evolução agregativa de qualquer natureza.
A relação professor x aluno, após sucessivos desgastes, necessita urgentemente de modelos mais criativos, instantâneos e direcionados às práticas cotidianas, mantendo-se o foco prioritário de incentivo aos talentos individuais, direcionando-os a complementos didáticos  que sejam alternativos às suas individuais vocações.
A apresentação dissertiva de cada disciplina, precisaria  ser revista quanto a sua funcionabilidade futura, reservando-se em cada uma, tão somente os pontos básicos e relevantes, ficando toda a extensão da mesma evolutivamente adequada aos ensinos acadêmicos na medida das opções individuais, evitando-se, assim, o excesso de bagagem de conhec…

BENDITA LOUCURA

A porta da sala está semiaberta e, então, posso ver o sabiá, sem qualquer cerimônia, comendo a ração dos cachorros e vez por outra levando um grão consigo. Ele vai e volta e me chama a atenção, pois arrasta com seu pousar desastrado a vasilha de ração. Tenho a impressão que ele me vê e de alguma forma não só se exibe, como também desafia-me por todo o tempo.

Olho pela janela e já não vejo, como nos dias anteriores, o vento farfalhando os coqueiros e fazendo os galhos da mangueira dançarem, apenas chove fininho e somente o pé de amoras, pelas suas hastes finas e longas, é que desenha linhas imaginárias no espaço, talvez, penso eu, no auge de meu egocentrismo, dizendo-me:
- Olá, Regina, estou carregadinha de frutas fresquinhas, venha, delicie-se.
Pois é... foi por esta e por outras que há uns 25 anos um certo vizinho, que já morreu, lá do Bairro Pampulha, em Belo Horizonte, onde vivi por muitos anos, ao ouvir-me conversando com as plantas, e até beijá-las, enquanto as aguava nos finais dos…

Apenas, perdão...

Quando me atrevo a aparentemente invadir searas das quais não estou academicamente gabaritada, pontuando visíveis distorções, sugerindo alternativas e mostrando o quanto poderia ser diferente se houvesse por parte dos gestores e profissionais maior comprometimento cidadão, em hipótese alguma, tenho como objetivo cavar prejuízos à a ou b, assim como em momento algum arvoro-me da arrogância em sentir-me “dona da verdade” ou, o que é pior, uma “imbecil arrogante” que fala e critica o que desconhece.
Nestes mais de trinta anos de escritas, muitas foram as agressões que recebi por parte daqueles que se sentiram incomodados com as minhas observações.
Aliás, o que faço é exatamente expor as minhas observações, buscando o maior grau possível de veracidade realística, procurando vigiar por todo o tempo o meu emocional de mulher sensível e naturalmente amorosa, justo para não exacerbar minhas ponderações, correndo então o risco de fugir do cerne distorcido de cada situação.
Procuro agir com a…

AÇÃO E REAÇÃO

Nota da autora. Edição em andamento – disponível em janeiro de 2012.
Têm sido tão rápidas as transformações pelas quais as sociedades vêm convivendo neste último século que sequer oferecem tempo hábil às criaturas humanas quanto às suas devidas assimilações, criando, desta forma, um mar de distorções que se acentuam neste ou naquele aspecto social, mas que se faz notar em todo o contexto onde precise viver e conviver, não só com ela mesma como com os demais.
Tratamos anteriormente à respeito das ações e reações, pontuamos este ou aquele conceito que foi alterado ou totalmente transformado, alguns infalivelmente soterrados, observamos suas prováveis causas e evidenciamos as explícitas .
Recordamos posturas antigas, observamos posturas atuais e teorizamos sobre posturas que se devam desenvolver com o intuito estimulante de acompanhamento evolutivo científico e tecnológico de aspecto menos agressivo, alienante ou banalizado, com o objetivo único de valorização da criatura humana no seu …

Complexo de inferioridade

O complexo de inferioridade é uma emoção que se transforma em síndrome da rejeição à hierarquia ou SHR. Por motivos variados, mas tendo em comum tão somente ato ou atos recebidos como ação dominadora que foi rejeitada de forma brutal e determinante quanto às reações a qualquer indicio de comando, o que leva a criatura a lutar consigo mesma na busca incessante de perfeição em algum aspecto de sua vida cotidiana.
Geralmente, a criatura acometida por esta síndrome, assume uma postura dominadora, em contra ponto ao motivo detonador de sua patologia.
Torna-se uma criatura extremamente insegura, desconfiada, de fácil descontrole emocional, passível de grandes crueldades para com todo aquele que, por algum motivo, dispara em si rejeição.
Também são criaturas que conseguem, em sua maioria, passar a imagem de bons samaritanos, e estão sempre cercados por um grupo de poucos amigos, cuja sua sedução pessoal tenha conseguido atrair e, portanto, dominar.
São geralmente pessoas solitárias, de humor ins…

Os professores: Um “novo” objeto da investigação educacional?

Houve um tempo, afinal nem tão distante, em que a função da escola era prioritariamente ensinar disciplinas que contribuíam nos universos de cada criança, despertando-as em suas inclinações naturais, na construção de seu futuro perfil profissional e pessoal.
Também era no ambiente escolar que a criança exercitava a convivência, não só com o contrário, mas principalmente com o diferente, deixando aflorar os ensinamentos oriundos de seu núcleo familiar.
Era comum ouvir-se: “a educação vem do berço”.
E este berço, não necessariamente precisava ser abastado economicamente e muito menos letrado, pois havia os conceitos pré-estabelecidos, onde as posturas respeitavam os limites do alheio, criando-se assim normas socais de conduta, não só externa, mas antes de tudo em meio à própria família.
Nesta época a que me refiro, havia uma distinção entre as atribuições tanto da família como da escola, assim como sob nenhuma circunstância esperava-se do mestre qualquer atributo fosse materno ou paterno, a…

NADA SINTO

Por todo o dia de hoje, o assunto foi o câncer do Lula e aí, penso que, afinal, feliz dele que, a partir de amanhã, começará o tratamento e, é claro, será o melhor que o poder e o dinheiro puderem pagar.
Pois é... enquanto isso, quantos outros nordestinos, tão pobres quanto ele quando por São Paulo desembarcou, neste exato momento, também portadores de algum tipo de câncer, sequer conseguem marcar uma sessão de quimioterapia e sequer se dão conta pela simploriedade de suas existências miseráveis que foi justo o Lula que, por décadas a fio, jurou com microfones em punho, providenciar saúde de qualidade ao sofrido que nele passou a acreditar.
Ao invés disto, garantiu a esmola  que cala e consente, que sufoca e neutraliza.
Que coisa!...
Penso então no quanto como brasileira e cidadã descrente, nada sinto, além de um enorme tédio.



Mensagem

E como uma flecha afiada, corto os céus, atravesso as nuvens, me aproximo das estrelas, aqueço-me junto ao sol.
E como uma flecha afiada, desço do espaço, atinjo a terra, apenas para senti-la na diversidade energética, na complexidade amorosa, no apogeu de tão somente ser.
E como uma flecha, já não tão afiada, busco repouso junto ao mar; busco paixão junto às florestas, busco o amor, olhando pro céu.
Incoerência, pois como flecha afiada que vem justo de lá. Como flecha afiada, cortei os céus e vim por aqui pousar, buscando por um amor que certamente não encontrei por lá, nem cá e tão pouco acolá.
Como poeta sempre fui um fracasso, mas e daí?
Ainda assim faço meus arremedos e, dessa forma, também estremeço com minhas próprias emoções.
Melhor mesmo é não ser um disfarce, uma cópia ou uma página sem escritos. Então, mesmo sendo um fracasso, faço aqui e ali meus arremedos poéticos e, de alguma forma, crio formas com minha alma que, mesmo como uma flecha afiada, percorre o imaginário, o real, …

Espanto

Os sabiás, neste fim de tarde, estão abusadíssimos, com suas cantorias e voos agitados, balançando galhos, sacudindo folhas, emociono-me.
Será que cantam tão alegremente porque hoje não choveu e o sol, mesmo ainda tímido, permanece constante, permitindo que eles sequem as asas e saiam de seus ninhos?  Talvez...
O pé de amoras, carregadinho, serve de refeitório farto para os meus meninos e eu, daqui, debruçada à janela, ouço seus cantos e voo com eles, sem qualquer cerimônia, tal qual eles, que abusados, dominam meu jardim, meus ouvidos, minha alma.
Penso, então, que devo ter sido um pássaro, talvez até mesmo uma sabiá, arisca e arruaceira, que buscava doces amoras em jardins da vizinhança e, quem sabe, um outro alguém a quem também encantei, debruçava-se à janela e até emocionava-se, tal qual acontece agora com as lágrimas que escorrem deste meu ser apaixonado por pássaros, que cantam  causando-me um novo espanto.
Em parceria com:

R
uth Sorocaba Martins – Ipiúna


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Ou coisa que o valha!

imagem: topicos.estadao.com.br
Ontem à noite, diante da televisão, revi um dos maiores músicos e compositores contemporâneos chamado César Camargo Mariano.
Bem... de imediato não o reconheci, afinal, vinte, trinta anos se passaram, ele também sempre foi discreto, pouco aparecia na mídia e respeitou a passagem do tempo, ao contrário de outros com os quais nos acostumamos, inclusive com as suas constantes alterações fisionômicas, como os eternos meninos sertanejos e tantos outros de diferentes gêneros que se recusam a aceitar a velhice como suas realidades e arrancando de nós surpresas constantes em suas aparições, levando-nos, vez por outra, a lamentar não termos, também, coragem de retardar nem que seja um pouquinho esta senhora “passagem do tempo”, talvez porque vivamos a cruel realidade de que, afinal, não haja bisturi mágico que de verdade possa frear o tempo em sua caminhada.
Ah! Como gostaria de poder me iludir, tal qual faz a nossa Aninha Braga, cujo próprio tempo parou quando ela …

Gotinhas do Céu

Estou aqui, aparentemente sozinha, ouvindo meus pássaros que se esbaldam no jardim enquanto, seja por hábito, ou por puro prazer, penso à respeito um pouco de tudo que me chamou a atenção nos últimos dias. Bem... já escrevi sobre a movimentação política e pelo que me consta, hoje é a finalização quanto às opções partidárias, o que não necessariamente, manterá fidelidade em alguns caráteres, digamos, pra lá de duvidosos.
Como só sei, tratando-se de política, pensar e escrever sobre idéias e ideais, reconhecendo que, afinal, estas tendências fazem de mim uma “tremenda panaca” aos olhos e intenções dos, digamos, bam-bam-bans do assunto. E olha que são muitos os entendidos e suficientemente realistas, que geralmente desconsideram esta senhorinha simplória que, clama por uma educação mais decente, uma saúde mais humana e um social mais digno.
Qual verdadeiro político, se preocupa com isto, não é mesmo?
Afinal, o povo é que se exploda, claro, depois de votar.
Nós, o povo, somos uma cambada de ch…

Motim Escolar

Quando se testemunha um motim de alunos, provocado por uma desavença de ordem administrativa entre seu Diretor de unidade escolar e o secretário da educação do município que vem se arrastando a meses, refletindo diretamente na qualidade dos serviços profissionais, assim como no estabelecimento de critérios de disciplina dos alunos, esperar-se mais o quê, além do lamentável episódio que culminou em tiros, quebra-quebra, destruição, desde as janelas externas até salas e Biblioteca, em uma ação de vandalismo e consequente desrespeito, não só à escola, mas à sociedade como um todo.
Nada, absolutamente nada, pode justificar as posturas que levaram os alunos a agirem desta forma, mas explica, uma vez que, em meio aos interesses sejam pessoais ou políticos, o que menos foi considerado foram justamente os alunos que demonstraram, ao vivo e a cores, o que absorveram de ensinamentos extra didáticos.
É preciso que se “acorde” rapidamente para este horror perante aos céus que é a violência, resulta…