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Mostrando postagens de Dezembro, 2013

SIMPLES ASSIM

Ontem, teria sido tão somente mais uma noite especial, dentre todas as outras que tenho vivido em minha Itaparica, se eu não tivesse sido novamente convidada a participar de um evento social que aconteceu no Distrito de Misericórdia. A festa que recebeu a denominação de “Oscar do Futebol 2013”, reúne anualmente crianças e adolescentes, juntamente com seus pais, parentes e amigos, para receberem o justo prêmio por suas atuações  futebolística, no decorrer do ano., além de ressaltar seus desempenhos escolares. Como observadora contumaz, sempre após qualquer holofote, coloco-me em um ponto estratégico e passo a analisar as posturas, mas, principalmente, os rostos que, afinal, são os espelhos das almas. Este refrão popular é o mais sábio dos provérbios, pois revela emoções que jamais alguém conseguiu camuflar de seus próprios olhos ou de seus semblantes como um todo, pelo menos para os que, como eu, passou a vida inteira buscando identificá-los em suas reais sensações. Bem, o que quero m…

DEPOIS DO NATAL

Estou terminando 2013 sentindo-me magoada e tentando reter o pouco de brilho que me restou, cansada que me sinto com a mesmice que ainda me cerca, com as ingratidões que surgem sempre de uma aparente surpresa, mas que na realidade sempre foi clara e bem explícita, pelas grosserias que o sistema através das pessoas traz a cada instante e que somos testemunhas oculares, sejam em família, nos redutos de trabalho ou diversão. Sempre que acabam as festas natalinas, permito-me um retrospecto anual e, infelizmente, não existem mudanças, quando muito, personagens. Esta parada folclórica obrigatória, onde somos induzidos a festejar, mesmo não querendo, cria pelo menos em mim, um enorme desalento por constatar que tudo está exatamente igual, ou seja: as pessoas sorrindo e desejando aos demais tudo quanto sempre desejaram para si, sem jamais o terem  conseguido, principalmente, o direito de não gostarem e poderem dizer em bom tom, que não querem participar deste teatro social de muitos palcos c…

CHOVE LÁ FORA...

Chove lá fora e os cheiros de terra molhada, de grama lavada, de frutas frescas, chegam até a mim de forma majestosa como se a natureza quisesse me informar que, afinal, o verão está chegando, lindo, ensolarado, às vezes chuvoso, mas absolutamente encantador com seus aromas e cores, tudo sob a tutela de noites estreladas e dias ensolarados.             Os pássaros destemidos escondem-se entre as folhas por sobre os galhos embalando a natureza, com seus cantos e leveza.             Ouço-os neste instante, assim como ouço a chuva esparramando-se sobre tudo, formando sons diferenciados que vou acolhendo em mim, fazendo deles inspiração para soltar também as minhas asas imaginativas e voar horizonte à fora com a certeza absoluta do retorno garantido.             E nesses bateres de asas, vario de rumos, permitindo-me, inclusive, sentir-me eterna entre os pássaros que seguem orientando, tal quais as margens de meu eterno riacho com o qual convivi em minha infância.             Bendito verão q…

MEU IRMÃO: Eugênio Carvalho - Uma viagem pela evolução do áudio.

Rodrigo Bertolucci
Com um currículo invejado e considerado um exemplo pelos profissionais de sua área, Eugênio Carvalho, de 68 anos, passou mais de duas décadas como operador de áudio. Vozes como a de Roberto Carlos e de outros nomes da música popular brasileira e até de ídolos internacionais foram trabalhadas pelo especialista, que começou sua carreira na Rádio Ministério Educação (RJ), em 1960, além de especiais de final de ano do cantor Roberto Carlos, da TV Globo.
Eugênio Carvalho já trabalhou com festivais que marcaram época como os 100 anos de MPB e até no Rock in Rio edições I e II. Ele ficou até 1962 na Rádio Ministério Educação trabalhando na discoteca e sendo operador de mesa de som. Na época, atuou mais com música clássica. Dali ele foi para a TV Rio, onde teve a oportunidade de trabalhar em todos os programas que eram exibidos como, por exemplo, o de Rita Pavone, cantora italiana que na época estava no auge. “Todos os nomes internacionais que vinham nesse período passavam p…

A PATOLOGIA DA INVEJA DESMEDIDA

Realmente, alguns seres humanos se assim podemos chamá-los, não possuem a capacidade natural dos demais em assimilarem limites em seus devaneios mentais. Desde que aceitei a condição de estar a frente da programação da Rádio Tupinambá, tenho sido alvo de agressões contínuas que infelizmente, vem acompanhadas do anonimato de pessoas que se utilizam de “fakes” para falarem o que bem entendem, ofendendo, denegrindo  e minando todas as resistências de tolerância que aprendi a ter com os invejosos e infelizes, sem que nada lhes aconteça em termos de punição jurídica, justo porque, por desconhecermos os caminhos legais que amparam os procedimentos que envolvem crimes virtuais, ficamos restritos ao abuso e a impunidade, restando-nos apenas  o consolo de dispormos de uma imensa paciência e até mesmo compreensão a estas pessoas que desconhecem o que significa um não em suas vidas e aí, recalcadas ao invés de seguirem suas vidas tentando outros caminhos, empenham-se como desesperados em destru…