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Mostrando postagens de Junho, 2015

O" PARA SEMPRE " FUNCIONOU.

Anna Paula Carvalho com Regina Carvalho São lindos ou não são? Digaê!!! Nossos pais Luiz Carvalho orgulho puro!!!

"ESPERANÇA"

Estou aqui pensando, como no discurso tudo é possível, até mesmo o mundo das ideias, onde é possível devanear, fazendo ilações sobre isto ou aquilo, afinal, não há um compromisso real consciente de quem o faz ou de quem escuta, restando um efeito de impacto que a depender do grau de convencimento de quem o faz, transforma-se em verdade suprema a ser atingida, vindo a decepcionar no decorrer do tempo frente à não concretização das promessas, no seu todo ou em parte. Tem sido assim, caso contrário seríamos uma nação exemplo para o restante do mundo, já que seríamos um povo sério, ético, educado e jamais dado a qualquer ato que pudesse colocar em risco o bem comum. Seríamos, na grande maioria, cidadãos ansiosos no conservadorismo dos ganhos sociais e, acima de tudo, cercados do amparo da clareza de propósitos em qualquer área que nos encontrássemos da convivência humana. Na realidade, somos uma plateia viciada a escutar promessas e absolutamente dependentes de sonhos e ilusões que nos pareç…

UM SEMPRE APRENDIZADO

Quando percebemos que somos capazes de uma auto avaliação, logo percebemo-nos também frágeis quanto a resistência que existe sobre a batuta dos velhos hábitos e, por mais que venhamos a acredita que já evoluímos de forma considerável, lá vem ela, astuta, e perigosamente sutil vaidade, mostrar-se de forma despudorada, jogando por terra de forma impiedosa, toda a nossa arrogância de nos crermos imunes. Como é difícil a constatação do imperfeito em nós. Como é dilacerante, o confronto com o inadequado que por mais que o vigiemos, lá está ele, espreitando sorrateiramente, sempre pronto à uma nova investida. Basta um ínfimo descuido, apenas uma pequena brecha e toda a força de nossa visão pequena de nós mesmos se reflete em nossas posturas físicas e emocionais, como uma poderosa pororoca que incontrolável, arrasta consigo anos e anos de esforços regenerativos. “Choraste?! – E a face mimosa, perdeu as cores da rosa e o seio todo tremeu?!” Casimiro de Abreu, As Primaveras E de um ínfimo instant…

EU TINHA ORGULHO

O dia sequer tinha amanhecido e eu já estava a todo vapor pensando no quanto talvez seja saudosista ou, quem sabe, apenas inconformada com o que venho testemunhando ao longo de minha vida em relação ao meu país. De repente, respiro fundo e lembro dos meus tempos de aluna do ginasial do Colégio Maria Raythe, e do orgulho que tinha em representa-lo no Maracanãzinho, por ocasião dos jogos da primavera ou nos Sete de Setembro no centro do Rio de Janeiro. Lembro-me com exatidão de detalhes da acirrada disputa há cada ano de quem iria carregar as bandeiras, fosse do colégio, da cidade ou do Brasil. Lembranças de tempos em que  sentíamos orgulho de nossos colégios, cidades e pátria, respaldados por um sentido irresistível de pertencimento que nos fazia mais respeitosamente agregados a uma juventude que, mesmo presa a certas tradições posturais que, provavelmente, podavam passos mais arrojados, bem característicos dos jovens, certamente também nos estruturava, abrindo um leque de outras tantas p…

O QUE QUER DIZER, MESMO?

Há cada tempo que, diga-se de passagem, tem passado mais rápido, somos invadidos por velhas palavras que retornam, geralmente, em diálogos entre astros de alguma novela, tornando-se imediatamente atuais e sendo incorporadas ao nosso dia a dia tupiniquim sem que, na maioria das vezes, saibamos exatamente o que significam. O vocábulo da vez, possível de ser ouvido por todo o tempo, nas entrevistas, nas assembleias, nas salas de aula e até mesmo nas irradiações esportivas, é: REVERBERAR, REVERBERANDO, e etc., e tal... Você já reverberou por estes dias? Conhece alguém capaz de reverberar suas ações, posturas e intenções? Tem por hábito refletir e se necessário corrigir suas posturas inadequadas, para que elas não reverberem de forma negativa? Ao se expressar para outras pessoas, preocupa-se em não reverberar ideias que possam vir prejudicar o sentido de bem comum? Que tal, neste domingo chuvoso em que, provavelmente, ficaremos quietinhos no aconchego de nossas casas, possamos refletir sobre nó…

A ERA DA ESCULHAMBAÇÃO

Dentre os acontecimentos mais marcantes dos últimos tempos, certamente foi a PARADA GAY no domingo(07) de junho, que ultrapassando todos os seus direitos de expressão, ofendeu todo um povo cristão e denegriu com certeza absoluta, os propósitos que norteiam sua existência. Não há um grupo culpado por esta ideia e produção despropositada, por que, afinal, todos que lá se encontravam, simpatizantes ou não, foram coniventes, aceitando e desfilando e o que é pior se calando como fez com maestria toda a mídia nacional, numa afronta sem precedentes a todos os cristãos e pessoas com um mínimo senso de respeito aos demais. Incoerência abusiva que retrata exatamente os tempos em que estamos vivendo, onde cada limite educacional que delineava o espaço pessoal, torna-se a cada instante, atos de algum tipo de “bias”, tendo apoio incondicional dos meios inibitivos e educativos, dando-nos a impressão de que se não concordarmos com os excessos, seremos achocalhados e punidos, diante do silêncio dos dem…

AONDE?

Esta é a segunda lauda que me proponho a escrever neste feriado. Hoje,  me parece inútil escrever sobre qualquer coisa. Após uma pausa, respiro fundo, e ao fazê-lo, ofereço descanso aos meus dedos sem, no entanto, tirar os estímulos dos meus neurônios que continuam tentando entender o porquê de tudo isto que estamos vivenciando e que, de tão absurdo, chega em alguns momentos a doer, sem que façamos verdadeiramente algo para reverter pequenas, médias ou enormes distorções que nos rodeiam. Por que, apesar de estarmos sofrendo agressões contínuas, seja no nosso particular ou em grupo, nada fazemos de concreto? Por que fechamos os olhos da razão e da lógica para hábitos e costumes que nos ferem de forma grosseira por todo o tempo? Por que fingimos que está tudo bem, quando o mundo moderno traz consigo molduras de aprisionamento, onde a necessidade em ser a gente mesmo, está a cada dia mais impossível, já que o politicamente correto está também a cada momento mais opressivo? Achava que havia vi…