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Mostrando postagens de Junho, 2016

E VIVA SÃO PEDRO

Parece que foi noutro dia, mas rapaz, assusta-me pensar que lá se vão 48 anos.
O dia estava como hoje, nublado, meio friorento, apesar de jamais eu ter sentido tanto calor, aliás, foi a única coisa que senti, pois o nervosismo e o corre e corre para os últimos ajustes, não abriram espaço para nenhuma outra sensação.
Foi bom, bom demais entrar na Igreja Cristo Redentor as 18:30 e aí sim, debaixo de chuva, poder dizer o meu sim e tornar-me mulher, amiga e parceira do meu Roberto.
Naquela época, ainda uma menina de 18 anos, jamais pensei no tempo em que passaria com você, até porque, casava-se com a intenção do “para sempre” ou até que a morte nos separe e este pensamento era lúdico, algo não verdadeiramente, mensurável.
Como eu ou ele poderíamos sequer imaginar o nosso trajeto dali em diante, sem que o romantismo da época, o tesão do novo e os devaneios próprios dos jovens, dessem os tons coloridos da ludicidade.
Todavia, quando as realidades foram tomando seus espaços no nosso cotidiano, i…
FINALMENTE
Desde 2012 que eu e meu Roberto, alimentamos o desejo de ver a união de Claudio Neves, Raimundo da Hora e Zezinho da Politur. Esse desejo sempre foi acompanhado da lógica constatável de que juntando os talentos de cada um, acrescido da competência e força de trabalho dos seus assessores, certamente, Itaparica, poderia contar com uma equipe completa. Cada um deles tem os atributos necessários para gerir a cidade, mas juntos, representam uma força Tarefa que com certeza, o povo itaparicano precisa e merece, além de serem homens que privilegiam juntamente com suas famílias, sempre a cidade, mostrando seus interesses na melhoria das condições dos cidadãos mais carentes e oferecendo ano após ano,  apoio as iniciativas, assim como intervenção direta de suas diversas capacitações no andamento de iniciativas, independentemente de se estar em período político. Vejo nesta união, a não interrupção de projetos que já foram efetivados, mas que precisam de tempo hábil para se consolidarem. …

MEU POVO

MEU POVO
Me poupem pelo amor de Deus. Que grande devoção é esta que só se manifesta no período eleitoral de quatro em quatro anos? Nesse meio tempo, o amor vai cuidar de sua própria vida e quando procurado para com o seu prestígio pessoal resolver alguma necessidade de “alguém do povo”, se atende, coisa rara de acontecer, deixa através das dificuldades que apresenta para conseguir, isto ou aquilo, sempre a conotação de imenso favor, num claro toma lá dá cá, que o “alguém do povo”, aceita e incorpora como natural, o que transformou este tipo de relacionamento numa patologia social altamente desastrosa e os resultados estão aí, explodindo dia a dia e ao alcance de quem tem TV, Rádio, Internet ou apenas olhos e ouvidos, isto sem falar na mesma pequena lógica em correlacionar as dificuldades de seu dia a dia com a escassez cada vez maior dos serviços básicos de saúde, educação e segurança que sempre descem ladeira à baixo, enquanto os amantes do “povo” com sua vidinhas, só vão melhorando…

Pois é...Ser ex, pode ser...

Sozinha tendo como companhia a DENGUE ou alguns dos seus afiliados e dos meus sonolentos cães, graças a Deus, não perdi a minha capacidade de gostar de estar comigo e este sentimento amoroso, leva-me a pensar em meus momentos vividos e neste, penso que sou repleta de ex., dentre eles o de ser ex jovem, ex rica, ex publicitária, ex comerciante, ex patroa, ex magra, ex gostosa, bem neste caso, acho eu ainda sou um pouquinho. kkkkkk hummmm!!! Que coisa hein!!!!!! Gente, estou com medo de mim, será que estou com chicungunya na mente? Ou será que definitivamente, não ter o meu trabalho diário, faz de mim uma desocupada de plantão em busca de piolhos existenciais? Pode ser, mas também, pode ser apenas uma mente criativa que ri de suas próprias mazelas, afinal, ser ex de alguma coisa é sempre sinal de perda ou o que é pior, decadência. E xô com qualquer sentimento que desperte em mim a auto piedade. Sai azar, cruz credo, Salve-me Maria Santíssima... Será que as pessoas em algum momento de …

A TOCHA

Mais um evento, nada de grande importância, dirão muitos, mas fico pensando se esta é uma afirmação que condiz com a realidade, afinal, são tão poucos os motivos para que nos orgulhemos de nosso país nos últimos anos que, uma festinha cívica local, além de nos dar visibilidade nacional, atravessando o nosso território, até que poderia ser motivação para despertar em nós uma brasilidade esquecida, soterrada pela esculhambação que nossos políticos imprimiram em nossos espíritos de cidadãos. Estou diante do computador, mas com os ouvidos assimilando as notícias da TV, neste início de manhã e sinceramente, sou obrigada a reconhecer que estou com inveja das 142 cidades em que a “bichinha” já visitou, deixando impressa nas memórias de seus habitantes, momentos mágicos de cidadania com orgulho nacional. Por que será que sendo Itaparica um ponto turístico de atração mundial e estando tão próxima da capital, não foi contemplada? Alguém saberia responder a esta senhora mais que curiosa, na realid…