Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Janeiro, 2015

EDUCANDO

Como não poderia ser diferente, Roberto e eu, aceitamos honrados o convite do Prefeito Raimundo Nonato da Hora Filho e do Secretário de Educação do Município de Itaparica, Professor Raimundo Pereira Gonçalves Filho, para acompanharmos a apresentação do “Iº Seminário Compartilhando Saber”, realizado no Gabinete do Prefeito hoje, 28 de janeiro de 2015, a partir das 8:30h. Foram cinco horas com apenas dois intervalos de alguns minutos em que pudemos registrar a prestação de contas do ano letivo de 2014, assim como do número das matrículas parciais de 2015 das 19 Escolas do Município, onde suas Diretoras tiveram a oportunidade de apresentar seus balanços financeiros, administrativos e as realizações de suas unidades educacionais nas áreas físicas e pedagógicas, assim como reivindicar as prioridades para as suas gestões para este ano letivo de 2015, além de expressar as dificuldades encontradas ao longo do ano de 2014. Observamos que com exceção de apenas três escolas - Dr. José Fernando, em…

SE NÂO HOUVER O DEPOIS...

Hoje é mais um domingo deste ensolarado janeiro de 2015. Reflito sobre a fantástica certeza de estar viva e poder sentir o cheiro meio que azedinho das muitas mangas rosas que, de tão pesadas e maduras, caíram e se esborracharam no jardim e que, em seu processo natural de decomposição, fertilizam o solo. Aproveito que mais uma vez tenho o privilégio de acordar e constatar o fantástico fato de estar viva e, então, respiro fundo, pois sei que existem mil outros aromas para serem sorvidos pelos meus sentidos e, é claro, que não posso, não devo e não quero ficar fora deste processo de integração com a vida, pois na inconsequência da vida cotidiana, na maioria das vezes, deixei para depois, sem que houvesse qualquer indicação real que haveria um depois. Pois é.... Enquanto respiro e penso em tudo isto, diante de minha mente sempre muito preocupada com a fundamentação de suas próprias constatações ou mesmo divagações, faz desfilar em ritmo acelerado milhares de cenas por mim vividas, dando vez …

DE TUDO UM POUCO, POR QUÊ NÃO?

Nossa, sou mesmo esperta, pois enquanto converso no face com meus queridos amigos, sobre assuntos variados, mantenho-me antenada numa deliciosa comidinha que estou preparando para almoçar com o meu adorado velhinho Roberto (falo assim como se eu fosse muito novinha)kkkk. Delícia!!!! Estou refogando um quiabinho esperto para acompanhar fatias de pernil e um feijão moreno com tudo que tem direito, sem esquecer o arroz refogado no alho e na cebola, bem a moda da roça. Adoro cozinhar e escrever, assim como beijar na boca e ser feliz.
Um beijo carinhoso com sabor de amor e um domingo alegre para cada um de vocês, meus companheiros de cada dia.

“Pai, dai-nos forças”...

Hoje, fugindo a rotina diária, escrevo na parte da tarde e penso que talvez seja pelo fato de eu estar absolutamente exausta em me fazer crer que seja possível, despertar interesse da classe dominante em relação aos trabalhos anônimos e que verdadeiramente oferecem sustentabilidade a todo aquele que se encontra as margens do sistema. “Oi, dai-me forças pelo amor de Deus, meu pai, oi! dai-me forças aos trabalhos meus”... Como é difícil desenvolver trabalhos onde o brilho da vaidade, dos lucros e das vantagens pessoais, não estejam disponíveis. Onde a moeda de troca seja apenas o prazer do ato de servir Onde um sorriso seja a recompensa almejada. É tão difícil que chega a doer É tão absurdo que nos faz sentir medo de estar vivo em meio a tanta indiferença. Olho para o espaço que chamamos de céu e aproveito que a tarde ainda não findou para tentar enxergar neste restinho de sol, um brilho de esperança que estimule o meu coração, como já ocorreu em inúmeras outras vezes, para que eu não desista …

A PRAÇA

São 3:28h desta manhã de quarta-feira de puro verão itaparicano e ao contrário do que possam pensar, já dormi e muito bem. Como de hábito, durmo e acordo bem cedinho, pois é justo neste horário que sozinha em meu cantinho, livre de barulhos e demais interferências, posso pensar com mais tranquilidade a respeito de determinados assuntos que de alguma forma me afligem e que, tão somente, merecem de mim maior atenção. Desta vez, o assunto é a “PRAÇA DOS VERANISTAS”, que mesmo não recebendo a merecida atenção e cuidados especiais por tudo que sempre representou na memória de todos que nasceram, veranearam ou simplesmente visitaram a cidade, pois indiscutivelmente, este local representa um dos mais belos cartões postais com os quais nossa cidade ficou conhecida mundo afora, inadvertidamente, se vê invadida, violada em sua estrutura física por toneladas de equipamentos pesados, caminhões, fios e tudo o mais que uma estrutura circense necessita. Fui constatar com os meus próprios olhos, acredit…

ÓBVIO, por que não?

Fecho os olhos e posso ouvir os sons gostosos que o silêncio é capaz de produzir.
Abro os olhos e posso, além de continuar escutando, ainda enxergar o brilho reluzente do sol sobre as árvores de meu jardim, assim como sentir o calor que esquenta o meu corpo e o faz suar.
Penso então no quanto é difícil repassar aos demais as delícias de se sentir em paz. Posso perceber com clareza toda a indiferença ou dúvida. Posso até ouvir concordâncias, mas não consigo, verdadeiramente, identificar qualquer assimilação desta tão simples condição humana.
Tenho a sensação de que falo em línguas estranhas e que o meu viver não é parâmetro copiável, pois não traz como acompanhante, qualquer aparato lúdico de que tanto as criaturas humanas precisam, portanto, não pareço real em minhas proposições, afinal, onde estão os véus, os mantras, as esculturas, os louvores e, finalmente, o transcendente que impressiona e arrebanha adeptos.
Falo e escrevo sobre o palpável, quando buscam o lúdico.
Falo e escrevo sobre …

FALA SÉRIO..

Acabo de acordar com a cantoria dos pássaros, são 4:30 h da manhã e mal abro os olhos, posso também ouvir a minha mente falando e atropelando a si própria em meio a tantas informações que foram se acumulando, não apenas neste ano que se findou, mas com certeza em uma vida inteira. Venho então para o computador, afinal, preciso ordenar toda esta barafunda, não sem antes discordar do tema, pois há uma parte de meu cérebro que acredita firmemente que é uma tremenda falta de bom gosto, nos acordar num domingo na Bahia, em pleno verão, com a mente pululando desordenada entre políticos, imprensa, sociedade civil, divisão de castas, programas sociais, falácias e tudo o mais que abasteceu os noticiários, serviu de tema de acalorados debates políticos e entreteve as redes sociais, que assistimos, lemos ou ouvimos quando da disputa eleitoral, e como panacas, pois foi assim que me senti e, provavelmente, outros tantos mais, ainda me dispus a dar opiniões quanto ao que  parecia certo ou errado, ad…

Ah! Meu Deus...

Mais um ano terminou, um novo começou e passados os efeitos das alegrias programadas, as realidades se afloram e de forma cruel se estampam diante de cada criatura humana e quase absolutamente tudo, continua como dantes no quartel de Abrantes. E assim vai-se vivendo, não sem lá no fundo de algum lugar de nossas mentes adaptativas, aguardarmos ansiosos a próxima comemoração que nos fará esquecer, nem que por apenas algumas horas, aquelas realidades chatas, aborrecidas, monótonas ou dolorosas com as quais nos obrigamos a vivenciar, sem que tenhamos forças suficientes se não para erradica-las, pelo menos para enfrenta-las. O calendário generoso vai intercalando as alegrias programadas a fim de que possamos não esticar muito a corda de nossas tolerâncias ou mesmo capacidade em suportar o ostracismo de nossas almas desgastadas, todavia, nem mesmo ele é capaz de suprir o vazio dos entremeios, e aí, por conta própria, inserimos novas datas, novos risos, novas danças, por que, afinal, uma festa…