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Mostrando postagens de Abril, 2012

PRA QUE VIEMOS...

Parece-me que foi ontem que tudo começou, mas que nada, lá se vão 8 anos, onde foram necessários um passinho atrás do outro, perseverança frente as naturais dificuldades possíveis de se encontrar em locais onde chegamos, como ilustres desconhecidos, otimismo que somente os sonhadores são capazes de produzir, mesmo tendo a incerteza e as poucas probabilidades, a coragem que é movida pelo amor pelo que se pretende fazer, enfim, uma jornada que começou na estrada certa e que mês a mês veio se consolidando em forma de respeito e apoio de nossos parceiros patrocinadores e de nossos féis e participativos leitores.

Falar mais o quê, que não tenhamos falado nestes anos que se seguiram que possa ser mais expressivo que o nosso muito obrigado a todos desta bendita ILHA DE ITAPARICA que nos acolheram e nos permitiram demonstrar a que viemos.
Viemos em busca de paz e a encontramos, no amparo silencioso da segurança, nas oportunidades e na consistência de uma bela comunidade.
O VARIEDADES, que nasceu…

BRIGA ENTRE VIZINHOS

E aí, fazendo o que mais gosto que é justo pensar a respeito do que observo à minha volta, centro-me, então, nos acontecimentos desagradáveis ocorridos no último sábado, dia 28/04, no centro de Itaparica, entre membros do grupo político da srtª Marlylda Barbuda e de alguns correligionários do atual prefeito, Sr. Raimundo da Hora, o que se incluía, policial militar, polícia civil, vereador e funcionários da Prefeitura, levando-me a, então, ponderar comigo mesma que a próxima eleição, em outubro, será diferente em tudo por tudo das eleições de 2004 e 2008, fazendo nascer em minha testa uma ruga de preocupação, reação física que expressa a conscientização imediata de que, verdadeiramente, retrocedemos anos luz no processo democrático itaparicano, não importando os discursos elaborados e os pseudos polimentos que possam ter sido inseridos nas posturas dos candidatos a cargos públicos e seus seguidores, afinal, como gostam de afirmar por todo o tempo, na tentativa de nos fazer crer que são…

MORRO DE INVEJA

Admito, inclusive me perdoando, pois sempre morri de inveja das mulheres animadas e descoladas, com suas maneiras faceiras em serem e de promoverem o quase nada, como se tudo fosse.
Sempre morri de inveja das mulheres criativas e vaidosas que enxergam por todo o tempo um jeitinho especial de fazer e acontecer, seja lá o que for.

Sempre morri de inveja das mulheres agitadas, bem falantes, geralmente  utilizando o politicamente correto, para argumentarem sobre tudo, como se abrigassem em seus intelectos uma vasta gama de profundos conhecimentos.
Sempre morri de inveja das mulheres deslumbrantemente coquetes que a todos envolvem com suas presenças fascinantes.
Sempre morri de inveja das mulheres que suscitam em mim um medo terrível em não tê-las como fonte de inspiração, porque, afinal, o mundo seria muito sem graça sem elas, deixando seus rastros de luzes por onde passam.
Morro de inveja, mas confesso que estou bem, assim como sou.
E você, se aceita tal como é?

MALUCA? TALVEZ...

Amanheço falando a respeito da origem da linguística, sento na beira da cama e começo a pensar alto como se estivesse conversando com um outro alguém.

Meu marido pacientemente resmunga alguma coisa, e ainda sonolento, vira-se para o outro lado e volta a dormir. Percebo neste instante o que estou fazendo às cinco da manhã e ainda meio sonolenta, levanto-me e vou lavar o rosto, num impulso puramente instintivo, tal qual o fato de verbalizar a minha mente inquieta por todas as manhãs que me é possível lembrar.

Não posso precisar exatamente, quando deixei de acordar normalmente como qualquer mortal, pois me parece que sempre foi assim, entretanto, de uns anos para cá, tudo me leva a crer que se intensificou, já que elegi ou fui levada a eleger as madrugadas como berço esplêndido de meus esforços mentais de escrevinhadora. Que coisa hein!

E eu ainda quero que pensem que sou normal? Muitas foram às vezes em que me despertou a curiosidade em saber se isto ocorre também com os outros que se dedic…

MERGULHO PESSOAL

Seria impossível passar tantas décadas buscando entendimento a respeito da imensa dificuldade do homem em se relacionar com os seus semelhantes e com o tudo mais no qual está inserido, sem que, primeiro a busca não começasse através de um profundo mergulho pessoal, porque, afinal, de teoria, a humanidade já está saturada.

Partindo desta premissa passei a não desconsiderar aqueles vícios posturais que faziam parte da minha apresentação pessoal ao externo, percebendo que as mesmas eram como uma segunda pele que compunha o meu jeito de ser.
Confesso que gostei de muitas das minhas performances, mas também, me senti horrorizada com algumas outras, percebendo que eram exatamente iguais a tantas outras que eu mesma criticava nas outras pessoas, só se diferenciando pelo meu toque de personalidade, tal qual artistas ao interpretarem o mesmo papel.
E aí, passei a questionar a validade de meus conceitos em relação a tudo que se apresentava diante de mim. Uma Loucura!
Entretanto, eu precisava agüent…

QUE COISA HEIM!

QUE COISA HEIM!


Quando, ainda na cama sou dominada por uma avalanche de pensamentos, que em velocidadeextrema se forma em minha mente ainda sonolenta, não me resta, outra alternativa, se não levantar-me e, escrevê-los em uma tentativa árdua de organizá-los, com a consciência plena de que, jamais conseguirei serfiel ao original que me foi apresentado creio, como presente de um inconsciente armazenador.
Penso então, que não sou capaz de ter domínio total sobre a vontade voluntária de minha mente, já que ela teimosa me faz escrever sobre os comportamentos políticos, dos quais eu havia jurado a mim mesma, afastar-me, pois incomoda e faz doer, além de acarretar enormes prejuízos ao bolso, naturalmente quando não somos capazes de tirar qualquer tipo de vantagem pessoal, por possuirmos, uma tal de ética, ora em desuso, mas que se foi bem apreendida, dela não somos capazes de nos afastar, tornando-se uma segunda pele, sensível que funciona como um sinalizador postural.
E ai, sabedora de que os v…