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Cortesia ou favoritismo?

Segundo Aurélio, cortesia significa; amabilidade, gentileza e civilidade, enquanto favoritismo é o mesmo que dar preferência a um favorito. Portanto, é adequado que tenhamos a sensibilidade em distingui-las, mesmo em meio a severas regras, utilizando a tão necessária cortesia no falar e no agir, evitando assim, a prática primária da descortesia, que geralmente, pode vir a criar inúmeros constrangimentos absolutamente, desnecessários. Fica a dica para a nova farmacêutica do CAF, até porquê, o princípio básico de quem chega a um novo emprego e ainda mais temporário é a do reconhecimento espacial e social. Portanto, há um velho ditado popular que diz: “Em rio que tem piranha, jacaré nada de costas. ” Afinal, nunca saberemos com precisão, quando vamos precisar da solidariedade do desconhecido, não é mesmo? Bendita cortesia, hoje tão confundida e menosprezada. Maldita arrogância, prima irmã de infinitas mazelas.
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Muito além...

Falar de amor não é nada fácil como a maioria pensa e afirma. Falar de amor requer subsídios íntimos desta realidade, não bastando ser letrado, já que o convencimento das palavras advém das vibrações individuais e são elas que serão capazes de surtirem algum efeito nos olhos que as lerem ou nos ouvidos que as ouvirem. Falar de amor com o convencimento ao ponto de produzir alterações nas mentes dos demais em suas friezas advindas dos sofrimentos existenciais, requer sensibilidade energética cósmica que ultrapassa os limites de letras e frases. Falar de amor é o mesmo que mostrar o perfil da libertação em todos os sentidos, mesmo que pernas e braços estejam amarrados e paredes e grades existam como aprisionamento do corpo. Uma mente amorosa é antes de tudo uma mente liberta da pequenez de qualquer natureza. Ela ama e ama e o universo lhe devolve em bênçãos fundamentais no transcorrer de sua existência de forma plena, já que todas as suas benditas vibrações lhe retornam, dando-lhe absoluta …

JOIA RARA

Sorrindo, foi assim o meu amanhecer de hoje, tão logo, as cinco e vinte da manhã, vi e ouvi no Hora Um da Globo a retrospectiva da vida de Dona IVONE LARA, sambista que falecera aos 97 anos, no Rio de Janeiro. De repente, percebi que estava sorrindo e entendi, de forma definitiva, que para alguém que fez de sua vida um produzir constante de alegrias, não cabem lamentos na despedida. Apenas, um vai com Deus, um sorriso e nada mais, afinal, são seres iluminados que transformaram suas falhas, dores e decepções em constantes exercícios de vida e liberdade, produzindo incessantemente alegria. Considerada a grande dama do samba, primeira a romper o preconceito das escolas em não ter em seus grupos de compositores uma mulher, Dona Ivone Lara produziu pérolas da MPB; ela também, até se aposentar em 1977, exerceu a função de Assistente Social e enfermeira especialista em terapia ocupacional.Seu acervo é composto de um belo e rico legado de músicas, que começou a produzir ainda muito jovem, sob i…

REVISANDO LEIS

Costumo evitar fazer comentários sobre certos assuntos que considero distantes dos meus entendimentos e sobre a aplicação da justiça, menos ainda, mas pelo amor de Deus!!! Quando o assunto são os shows oferecidos pelo Supremo Tribunal Federal, como deixar passar batido tanto horror, travestido de argumentações pautadas nas mais elaboradas fundamentações? Assisto a todas, sorvendo dentro de minhas limitações, tudo que me é possível, todavia, em minha ignorância de apenas cidadã, só queria entender algumas coisinhas que estão me incomodando: 1-Por que mudar-se as leis em pleno processo condenatório de um réu?Isso é eticamente aceitável? 2-Deve a mais alta Corte deste país transformar-se em balança medidora de danos ao mesmo, a condenação de um réu, seja ele quem for? Onde fica a lógica da elaboração de cada lei? 3-Questionar publicamente as condenações efetuadas por Juízes e Desembargadores, não fragiliza a segurança de cada cidadão em relação ao judiciário, cabendo então o questionamento e…

LER E INTERPRETAR

Não há possibilidade de um maior e mais profundo entendimento, seja lá no que for, se não houver um mínimo de entendimento interpretativo, além de ser este desconhecimento o maior e mais sério problema nas relações humanas. Tudo que sai do físico e necessita do verbal para que seja assimilado torna-se um abismo muitas vezes intransponível, isto sem esquecer que existe a interpretação sublimada, que é aquela produzida pela dedução automática de um consciente já comprometido com uma dedução prévia. Parece complicado e na realidade o é, na medida em que, reverter esta conduta mental, não é uma tarefa das mais simples, já que ter-se-á de trabalhar todos os conceitos já estabelecidos na pessoa em questão. Daí a importância do também aprendizado da língua portuguesa através da leitura de textos, levando em conta os muitos aspectos que as palavras e sentenças podem oferecer sozinhas ou na formação da ideia narrada como um todo. As redes sociais são um espelho cruel da incapacidade das pessoas em…

COMUNICAÇÃO, PALAVRAS E AGRESSÕES

Para quem exerce determinadas profissões, principalmente em se tratando de comunicação pública, necessário se faz ter a expertise de sua complexidade, pois torna-se inevitável confrontos abusivos de ambas as partes, uma vez indispensável haver nas mensagens, enviadas ao cidadão pelo agente comunicador público, sempre sentido institucional agregativo. Nesta simbiose doentia entre o público e o privado, não existe ganho para qualquer dos lados, ficando, tão somente, a certeza de um crescente mal-entendido que causa danos irreversíveis e que é notório de ser observado a cada gestão que se renova. Trocando em miúdos, para um maior entendimento, torna-se necessário uma maior observância por parte dos profissionais da comunicação pública, através de uma avaliação constante da importância de suas atribuições, a fim de não incidirem no erro egocêntrico de desconsideração ao cidadão no exercício pleno de sua cidadania. Sugiro carinhosamente a leitura de grandes pensadores da área, como o ilustre …

ATÉ QUANDO?

O domingo está chegando ao fim e pelo que posso observar, as redes de televisão já estão voltando às suas programações corriqueiras, mesmo entre aspas, colocando chamadas repetitivas e bastante enfadonhas, da badalada prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Que coisa, viu!!!! Será que, pelo menos, boa parte do povo brasileiro, nessas vinte e tantas horas de espetáculo teatral a céu aberto, observou as armas cruéis separatistas de discursos inflamados e captadores de mentes descuidadas que soterram os reais valores patrióticos, numa inversão absoluta da visão e prática de um país cujo povo sempre foi pacífico, alegre e acolhedor? Será que se deram ao trabalho de mais que defender ou acusar, este ou aquele, analisar o circo mambembe, onde o tema principal, nos cenários e no roteiro, só continha mensagens de um doloroso e cruel aparthaid, onde ficou claro, porque nos últimos 30 anos, se por um lado ganhamos por outro nos destroçamos em quase todos os aspectos da convivência socia…