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Mostrando postagens de Julho, 2016

UMA MENTE BUSCANDO ADAPTAÇÃO

Hoje, acordei com a sensação de querer me achar neste mundo, não por me sentir triste ou insegura, apenas porque de uns tempos para cá, tenho me surpreendido com a forma com que a maioria das pessoas tem me tratado e que muito vai além da educação ou consideração e que somente hoje, ao acordar, percebi que é porque envelheci mais um pouco e não havia até então percebido, além é claro da realidade sincera dos espelhos e das limitações progressivas do meu físico. Todavia, pelo menos para mim, uma coisa nada tem com a outra coisa e aí, a porca tem torcido o rabo, e só agora, gritou de dor. Dor de não me sentir velha, dor por ainda fazer planos tendo a consciência da total falta de horizontes no tempo. Dor por não me admitir literalmente acabada, somente para atender aos apelos da crueldade de um sistema que induz a criatura humana a acreditar que ao perder o apogeu de sua vitalidade, não serve para mais nada e deve ser excluída como acontece com a maioria dos animais nas selvas, numa al…

RECONHECER O BOM, NÃO FAZ MAL A NINGUÉM

Costumo afirmar, baseada em muitos estudos referentes aos grandes pensadores deste mundo de meu DEUS, que uma cidade só atinge um grau de crescimento real e respeitável, quando seu sistema educacional se faz presente de forma abrangente e isto, só ocorre, quando os diversos universos sociais são incluídos no projeto principal de restauração e instalação de objetivos progressistas, afinal, o sistema educacional não está restringido às salas de aulas e tão pouco às crianças e adolescentes. Pensar na qualidade de vida dos cidadãos em seus diversos estágios cronológicos, de saúde, mobilidade e financeiros, proporcionando meios capazes de ampará-los em suas mais básicas necessidades é que ao longo de uma gestão, a justifica, tornando-a eficaz para os cidadãos. Um pouco de reconhecimento, não faz mal a ninguém e estimula a continuidade das ações que envolvem os políticos de nossa cidade, na esperança de se mudar velhas e corroídas posturas do toma lá, dá cá e da usurpação dos privilégios p…

DE QUATRO EM QUATRO ANOS

Há quem esteja afirmando que certos políticos só apareçam de 4 em 4 anos o que é uma indiscutível verdade, principalmente em se tratando de candidatos ao executivo. Todavia, a aparente verdade de tanto ser repetida de forma generalizada, assim como somado ao fato real de que estamos vivendo em nosso país uma sucessão de episódios depreciativos em relação aos políticos, leva-nos a acreditar que tudo e todos estejam dentro de um mesmo balaio, e isto, não é honesto, porque não é verdade, tornando-se injusta esta afirmação, mesmo que seja apresentada de forma humorística, mas absolutamente perigosa, pois trata-se de uma disfarçada indução. Melhor seria entender suas posturas, levando-se em conta de que entre uma campanha e outra, todos precisam trabalhar para sobreviver, sejam empregados ou patrões. Alguns aparecendo mais por trabalharem junto à atual gestão, outros no entanto, buscam seus ganhos em outros municípios, não tirando deles, qualquer mérito pessoal. Também existe um ranço que vem …