terça-feira, 28 de julho de 2015

Meus escritos cotidianos


Inúmeras são as razões que me levam a escrever diariamente, afinal, o mundo é agitado e por todo o tempo, sou bombardeada com as passadas e os atropelos humanos e, assim, vou filtrando os excessos e condicionando minha mente a tão somente reter o que ela é capaz de compreender, mesmo que ao escrever, vez por outra, a mente insista na não compreensão.
Ao estabelecer em minha mente um tema, vou como uma cascata de aguas claras, deixando fluir todo o sentido, que sou capaz de vislumbrar, mesmo que muitas vezes, me seja totalmente sem sentido, o que analiso ou simplesmente narro, transformando num texto, as imagens que desfilam, buscando ordenamento.
O questionamento de minha devoção aos escritos, sempre está presente, querendo explicações, afinal, a ligação é tão forte com meus hábitos cotidianos, que sequer sou capaz de mensurar meus instantes presentes sem a leitura e a escrita, como se ambos fossem o combustível renovador do ar que me nutre.
Neste instante pensando nisto, volto ao passado, quando ainda era uma menina e penso na sensibilidade que se apossou de mim e que, apimentada através de uma curiosidade comedida, induziu-me a observar tudo ao meu redor, buscando e indo além do óbvio, querendo dissecar as intenções, bisbilhotando fundo, até as raízes dos propósitos.
E quais propósitos são possíveis de serem entendidos em meio a este caos que se descortina em meu país?
Sinto que a cada notícia, perco um pouco da inocência em acreditar que nascera num país onde tudo era mais bonito que nos demais.
Confesso que me sinto enojada ao constatar tanta desfaçatez, mentiras e roubalheiras que claramente justificam todas as mazelas, possíveis de serem encontradas, nos quatro cantos dos ouros e dos verdes, pendões do meu Brasil.



PROJETO VIVER MELHOR


 Projeto apresentado como requisito para avaliação para ser aplicado no PROJETO CIDADE DA CRIANÇA, localizado em Amoreiras na cidade de Itaparica – Bahia.
Regina Maria Pinto de Carvalho
E mail: natuexistencial@ Hotmail.com
Contato: 071- 86311695     71- 36313715   071- 36312455 
 Itaparica – Ba.
 JULHO de 2015
Introdução
Quando pensamos em educação doméstica, imediatamente, pensamos na mulher pela sua trajetória histórica no comando da administração do lar, na educação dos filhos, cabendo ao homem o papel de provedor.
Todavia com as inúmeras transformações que o mundo vem acolhendo desde a segunda guerra mundial, quando as mulheres foram chamadas aos trabalhos na indústria, que esta realidade vem se alterando, mas foi nos últimos cinquenta anos que o processo se acelerou, amparados nos movimentos sociais  e estimulados com o advento da internet e das redes sociais que verdadeiramente, podemos afirmar que o papel da mulher do lar tem sido substituído por outros modelos familiares que abrigam uma diversidade de comandos.
Baseados nesta realidade cotidiana que pensamos em um projeto que abordasse a educação doméstica como um atributo de homens e mulheres, incluindo as famílias que são constituídas por relações homo afetivas.
Durante este período de novas inserções e de novos modelos, criou-se uma marginalização “daquela mulher” que apenas se dedicava à família, conferindo a elas uma espécie de desqualificação, incapaz de gerir a sua própria vida, criando-se assim um preconceito que invadiu e destruiu de forma brutal, o modelo de administração doméstica que até então, servia de modelo e amparo a conservação de posturas educacionais que se estendiam a vida cotidiana em todas as áreas da vida humana em sociedade.
Não houve tempo para uma maior e mais clara adaptação e a partir desta abrupta mudança, as mulheres, fugindo do estigma de “donas de casa” e sem margens orientadoras, foram adentrando no mercado de trabalho, sem deixarem suas atuações naturalmente biológicas de mães e também administradoras do lar.
Enquanto estas transformações ocorriam nos lares, na escola não foi diferente, pois diante das rápidas e diversificadas alterações posturais com a inserção de novos valores sociais e sem que houvesse um plano reformulador que no mínimo, tentasse acompanhar pedagogicamente tanto os professores, como os alunos, assim como todos os profissionais inseridos no cotidiano de cada unidade escolar, fomos percebendo que um caos se delineava, deixando a todos os envolvidos meio que perdidos e sem rumo.
As famílias passaram a esperar e a exigir da escola um papel educador que não lhe cabe, assim como a escola ressentida com a total falta de participação dos pais, passou a executar mecanicamente a sua função e neste contexto desequilibrado, a criança foi sendo excluída em seu direito de receber a devida formação psicoemocional a que tem direito, assim como todas as mais básicas noções na formação de convivência com os demais.
Outros fatores como a globalização, expansão da comunicação, tornando-se instantânea e levando a cada cidadão um sentimento de competição e consumismo sem a devida estruturação, criou um desajuste financeiro nas famílias, exigindo delas uma busca sempre maior de recursos que exige também um afastamento doméstico maior, favorecendo um estresse contínuo pelo próprio exercício da vivencia cotidiana nas grandes, pequenas e médias cidades.
A migração do homem do campo de forma desordenada aliada a falta de políticas públicas e a devida urbanização, foi abrindo espaço para o surgimento de ambientes improvisados sem qualquer planejamento social, estimulando a pobreza, a falta de higiene e consequente violência.
Outro sério e contundente agente transformado que se inseriu a partir dos anos sessenta e que teve a sua aceleração a partir dos anos 80, foram as drogas que trouxeram com elas a violência, acabando por jogar por terra todos os valores de sustentabilidade familiar, respeitabilidade escolar e ética social.
Estas alterações absolutamente radicais vieram acompanhadas de novos modelos de formação familiar em um país ainda machista e que camufla uma enorme diversidade de preconceitos, sem que tenha sido criado mecanismos que amparassem efetivamente a pessoa humana na sociedade brasileira, independentemente da classe social, sexo ou etnia.

Objetivo Geral
O Objetivo deste projeto é justamente o de levar as comunidades notoriamente mais desprovidas do amparo social, através das pessoas em geral que tenham filhos ou que exerçam algum papel de liderança em suas comunidades, um resgate de valores, atualizando-os as realidades atuais, com o propósito de estruturar parâmetros que sirvam como bússola norteadora de um bem estar pessoal, familiar e comunitário, pois acreditamos que não estamos capacitados a mudar o mundo, mas que através da mudança de posturas, adequando-as as nossas mais legítimas necessidades sempre com o olhar mais amplo em direção ao bem comum, somos capazes de alterar nossas realidades assim como o universo pessoal no qual estamos inseridos.
A operacionalidade de nosso cotidiano depende unicamente de nossa disposição pessoal em nos tornarmos agentes transformadores.

Metodologia
Trataremos de assuntos inerentes ao dia a dia básico, partindo do princípio do exercício de uma disciplina cotidiana que implica na condução de um bem viver, onde a saúde, a alimentação, a convivência e a valorização do núcleo familiar, seja objetivo maior.
Para tanto, disponibilizaremos profissionais de áreas específicas que focarão através de palestras acompanhadas de vídeos ilustrativos, os básicos, mas fundamentais processos de condução de um dia a dia doméstico mais adequado ao desenvolvimento da criança e estruturação do ambiente doméstico que, certamente se refletirá no universo exterior comunitário.
Acreditamos que cidadania seja uma conquista adquirida através do respeito a condição humana racional de considerar direitos e consequentes deveres e para tanto, teremos profissionais qualificados nas áreas da saúde, jurídica, social e educacional, colocando os nossos focos nas alterações que se fazem necessárias para um restauro atualizado dos valores familiares por serem as bases fundamentais na formação das posturas sociais.
Ao termino de cada encontro, reuniremos as participantes para um lanche de confraternização, onde procuraremos criar um clima de integração, estimulando uma participação mais ativa no cotidiano do projeto, através de trabalhos voluntários mensais, onde cada doação pessoal deverá ser compreendido como base de continuidade aos benefícios recebidos através da qualidade de vida que estará sendo oferecido a cada criança que as mesmas representam, assim estimulando o senso de pertencimento de cada mãe ou responsável.
Será oferecido apostilas, dinâmicas de grupo e certificado de participação.
 ABERTURA

Iniciaremos fazendo um mergulho em nosso interior de pessoa humana, abrindo espaço para realidades cruciais à manutenção da vida e que de maneira expressiva, sequer são observadas nos nossos cotidianos.
A coerência existencial é a busca do conhecimento de si próprio em relação à sua vida, no exercício cotidiano da vivência.
Este conhecimento se torna necessário na medida em que nos tornamos doutores em tudo, buscamos entendimentos minuciosos e daí, crescemos nos campos tecnológicos, científicos e culturais de todos os tipos e nos esquecemos de buscar um maior entendimento sobre nós mesmos, apenas nos limitando, como temos feito nos últimos 150 anos aproximadamente, donde nos aperfeiçoamos quanto ao desenvolvimento de infinitas matérias, em detrimento de nossa mente, mãe e pai de nosso equilíbrio pessoal.
Não há na história da humanidade, um volume tão expressivo de criaturas geniais e criativas como vem acontecendo neste período.
Fomos proliferando na genialidade criativa e nos alienando quanto ao entendimento da razão de nossas existências.
Daí a crescente violência interpessoal, onde não há a consciência da necessária parceria entre nós e o tudo o mais, que verdadeiramente nos mantém com vida plena.
Portanto, coerência existencial é o entendimento harmonioso entre o ser matéria e o ser mente.
É o equilíbrio das emoções determinando, saúde e qualidade de vida.
É passar a crer que somos infinitos em nossas grandezas individuais, com capacidade também infinita de interagirmos com o ciclo da vida, podendo a cada milionésimo de segundo, proporcionar ao tudo o mais, vibrações preciosas de participação de luz própria, mantendo assim, enriquecida a memória emocional do universo em uma doação permanente ao próximo.
É despertar a mente para a compreensão das próprias posturas, buscando o reconhecimento das afinidades e procedendo a uma faxina pessoal onde, o não necessário seja descartado.
A partir dessa iniciativa, passa-se a uma troca permanente de vibrações harmoniosas entre a criatura e o universo, onde o tudo do todo está inserido.
Afinal, se somos capazes de nos habituarmos a conviver com o que nos desagrada, imaginem o quanto de fantástico possa ser viver abastecido e em plenitude.
“A tarefa maior de nossas vidas deve ser o de nos tornar garimpeiros e ourives de nós mesmos” (Trecho do livro “Coerência Existencial” Autora- Regina Carvalho, 2007- Itaparica- Ba)


sexta-feira, 24 de julho de 2015

OS SONS DO SILÊNCIO


A casa está silenciosa, mas vindo lá de fora, posso escutar os grilos e as rãs, também um certo pássaro que insistente, emite um som como se a outro chamasse, talvez, um parceiro de insônia, vai-se saber.
Os cães, estranhamente estão calados, somente ouço o som de um latido rouco, bem distante.
Existe um som muito próximo que insistente, inunda minha mente, trazendo lembranças, nem tão recentes, algumas de tão antigas, me parecem não me pertencerem, aguçando minha curiosidade, causando-me também por instantes, um certo incômodo.
Descubro então, que sou eu, conversando comigo mesma, num colóquio amistoso de revisão de aprendizado.
Bocejo uma, duas vezes, como que para atrair o sono que, simplesmente até agora, não se manifestou, talvez abrindo espaço às recordações, que melhor se manifestam, quando o silêncio é maior.
Há muito, venho me exercitando na convivência comigo mesma, encarando sem receios ou pudores, os safados dos meus demônios interiores, que também insistentes, duelam por todo o tempo na tenaz certeza de que, num momento de descuido, poderão derrotar o meu “Deus” interior, comandante parceiro dos meus instantes presentes.
Por uma fração de segundo, tudo se cala e eu me abraço, estreitando-me em mim mesma, cobertor seguro aos meus insensatos arrepios.





sábado, 11 de julho de 2015

EMOÇÕES

   
Quando eu estou aqui...
Eu vivo este momento lindo...
Como impedir os arrepios que, sem pedir licença, percorriam o corpo e se transformavam em lágrimas discretas e envolventes que completavam o quadro que transcendia em emoções naquele momento?
Foi assim em todas as vezes que o povo se reunia, o palanque era erguido, as luzes se acendiam e finalmente a música tocava, levantando bandeiras, induzindo às alegrias e muitos, ha!!!...
Ninguém havia experimentado nada igual e quando pela última vez o show se reproduziu no Galvão, tudo parecia ainda mais emocionante.
Havia no ar um clima de euforia mesclado a esperança, difícil de ser reproduzido.
Corria o ano de 2008 e eu debutava na política, e tal foi minha ingênua dedicação que me esqueci de perceber que tudo aquilo era só política, show, onde união, calor e emoção são fatores de momento, tal qual a canção que tanto emocionou.
Esqueci dos egos, dos interesses e da certa desilusão.
Como não me aturdir ao constatar a cada emoção, que a fagulha se transformava em brasa, querendo produzir sua própria luz?
Como vivenciar experiências únicas, desejo compartilhado e permanecer indiferente?
Como reconhecer a ambição, revestida de sedução?
Como querer reproduzir e ainda mais entender o que, simplesmente, foi único?
Como esquecer da vaidade que venda a alma, tornando-a absolutamente pequena?
Como voltar, se a música se calou, os holofotes se apagaram, as bandeiras mudaram de cor, e o encanto se foi?
Enquanto escrevo, penso, e chego mesmo a ouvir:
­- Se chorei ou se sorri,
O importante é que emoções eu vivi...

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quinta-feira, 9 de julho de 2015

TÃO SOMENTE...

De um instante para o outro, uma situação, uma perda, uma imagem, uma palavra e a gente é tomado por um sentimento de vazio que, de tão profundo, chega a doer.
Neste instante, parece que o mundo se fechou ao redor de nós, não permitindo uma só brecha por onde possa passar uma faísca de esperança e, então, pensamos: 

- Não suportarei...

Os instantes seguem seu curso natural e tempos depois, em sua maioria, sequer somos capazes de nos lembrar daquele instante ou episódio que por segundos ou horas e até mesmo dias e meses, invadiu a nossa mente e consumiu a nossa paz interior.
Essa bendita capacidade neurônica, abusadamente chamo de “Memória Traiçoeira”, porque, afinal, ela supostamente nos protege, induzindo-nos a um falso esquecimento.
Falso, porque na realidade, nada foi esquecido, tão somente mal guardado, o que nos leva a utilizá-lo dali em diante, num somatório contínuo às nossas atitudes.

Conscientemente, nada percebemos, mas o nosso reservatório emocional ao longo de nossa vivência vai absorvendo e, como falta espaço, também vai liberando, através de nossas posturas corriqueiras, e nesse ciclo ininterrupto, somos somatizados inconscientemente, e, então, passamos a repetir posturas que estimulam a repetição de emoções que nada mais são que buracos que se abrem entre o nosso dever de viver harmoniosamente e o nosso direito à compreensão de que tudo passa, tudo sempre passará.

Esse entendimento, quando despertado em nós, abre um campo fértil, dando-nos a serenidade observatória que revela, desmistificando também em instantes, as supostas constantes surpresas, que empanam os nossos instantes presentes, tirando de nós a serenidade do raciocínio lógico do nosso próprio bem querer, que afinal, é a única real proteção, antídoto que nos imuniza contra o ataque feroz das mazelas cotidianas.
Precisamos parar, olhar, observar, analisar, ponderar e, depois, partir para a ação, utilizando nossos poderosos sentidos, benditos sensores físicos, amigos fiéis do nosso grandioso emocional, numa parceria amigável, que se estende ao racional, sem que haja qualquer tensão, tudo muito natural, como a própria vida, que teimosos, esquecemos que existe em nós e que, na realidade, é tudo quanto verdadeiramente importa.

Mas não o fazemos, lançando mão de infindáveis justificativas que, aparentemente, são fundamentadas, e aí, com a sistematização comportamental, seguimos flagelando o nosso todo de criatura humana, responsabilizando a vida, confundindo-a com o sistema destroçado que ajudamos a moldar e a manter também a cada instante, com a nossa teimosia em não nos desapegarmos, seja lá do que for, em nome de qualquer falso sentimento ou argumento, camuflando a realidade com a qual estupidamente nos envergonhamos em admitir, porque somos induzidos por este mesmo sistema; que o que realmente importa é reverenciar cada amanhecer, cada instante, não como se fosse o último, tão somente, o único com o qual podemos, sem cerimônias, dizer: 

- Amém.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

BEM MAIS QUE...


A cada mês, e às vezes a cada semana, somos surpreendidos com fatos que merecem da mídia destaque especial, alguns deles, sendo arrastados, espremidos e sugados até a sua última gota, cansando até mesmo os mais entusiasmados admiradores das desgraças humanas.
E o mais interessante a se observar nestas enxurradas melodramáticas das emoções e sentimentos humanos nada originais, é a sempre crescente legião de pessoas que se deixam comover a ponto de sequer se lembrar que na realidade palpável de suas vidas cotidianas, nada, absolutamente nada, possuíam em comum, sendo que a maioria sequer ao menos ouvira falar disto, daquilo, dele ou dela, trazendo para si, através da indução coletiva dos meios de comunicação, a sensação mais que absurda da perda.
Penso que também, na realidade, poucos se dão ao trabalho pessoal de pensar a respeito, acreditando de imediato por força do poder indutivo de aquela perda ou fato, daquele instante em diante, passa a ter a conotação de uma importância supra aos seus instantes presentes, acima de qualquer outro, merecendo lamentações e até lágrimas, discussões acaloradas e infelizmente, em alguns momentos, até mesmo chegando-se às vias de fato.
Agora, pelo menos enquanto escrevo, a bola da vez que vem se apresentando no última semana e que mereceu atenção da mídia em geral, além da impensada e desnecessária morte prematura do Cantor Cristiano Araújo, que se vivo estivesse, certamente se surpreenderia com a imensidão de fãs que já angariara em sua nem tão longa carreira, os deputados em Brasília votam a redução da maioridade penal, sob os ruidosos protestos de uns e não menos ruidosos aplausos de outros, levando-nos novamente a acreditar que tudo é simples assim, tirando, ao menos por algum tempo, o peso de nossos ombros frente a um problema bem mais complexo que o imediatismo de se alterar uma lei de proteção ao menor, que sequer foi observada por quem deveria em seus artigos mais primários.
Afinal, o que é isto que estamos vivendo?
ECA!!!!
Que coisa, hein!!!!!
Não se trata de defender bandidos ou de se proteger cidadãos honestos. É bem mais, afinal, nosso país precisaria ser surpreendido com uma parcela de reais lideranças que fossem capazes de juntos pensar em uma forma de corrigir distorções sem que seus interesses pessoais estivessem como foco direcionador em suas posturas.
Tipo uma reforma da moralidade, da decência e da ética, onde fossem extirpadas esta infindável quantidade de leis superadas pelo tempo, prolixas e sem sentido, para dar lugar a leis possíveis de serem cumpridas, observadas e fiscalizadas com um apoio efetivo de uma educação coerente com a realidade com a qual nos deparamos nos cotidianos genuinamente brasileiro.
Mas penso também que, aí, dá trabalho, então, o remédio mais rápido é acreditar que algo vai acontecer no próximo noticiário, tirando-me por enquanto, deste assunto polêmico que só se tornará verdadeiramente sério se tocar em mim.