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PENSANDO ESCOLA

A busca de uma harmonia entre a escola e a família torna-se a alma de toda e qualquer açâo voltada a desenvolver pedagogias mais contemporâneas.Não é possível continuar-se a  manter os mesmos padrões de relacionamento, assim como a mesma sistemática didática e ainda crer-se em uma provável evolução agregativa de qualquer natureza.
A relação professor x aluno, após sucessivos desgastes, necessita urgentemente de modelos mais criativos, instantâneos e direcionados às práticas cotidianas, mantendo-se o foco prioritário de incentivo aos talentos individuais, direcionando-os a complementos didáticos  que sejam alternativos às suas individuais vocações.
A apresentação dissertiva de cada disciplina, precisaria  ser revista quanto a sua funcionabilidade futura, reservando-se em cada uma, tão somente os pontos básicos e relevantes, ficando toda a extensão da mesma evolutivamente adequada aos ensinos acadêmicos na medida das opções individuais, evitando-se, assim, o excesso de bagagem de conhecimentos que, dificilmente, são assimilados sem que haja  no futuro profissional da maioria aplicabilidade, além de provocar um estado de desinteresse pedagógico nas crianças envolvidadas.
A interatividade deve ser estimulada em sala de aula, inclusive como forma de avalição de aprendizado, evitando-se assim os tão comuns travamentos mentais que se desencadeiam pela tensão que provas e testes  podem provocar, oferecendo, desta forma, um mecanismo em que a criança, ou o adolescente, possa ao longo do curso recuperar médias ideais.
O uso de fontes de extensão de aprendizado, como as pesquisas dissertivas e seminários, levam  a maioria dos alunos a uma maior absorção compreensiva sobre o tema tratado, pois ao escrever de próprio punho, por mais abstraído que se encontre, fixará em sua mente um percentual de entendimentos que será suficiente para que vá se formando um bloco de conhecimentos gerais em seu consciente que  atenderá  em qualquer época os apelos de suas necessidades aplicativas.
Esta forma de aprendizado, leva também a um exercício subjetivo de relacionamente respeitoso em que exercitará em sala de aula o hábito saudável de escutar os demais, fazendo sua mente e sua postura física, expandirem-se a um convívio menos egocêntricamente imperativo ao mesmo tempo que o incentivará a partilhar seus conhecimentos e descobertas com os demais em um partilhamento que o manterá consciente quanto a necessidade em manter-se objetivamente conectado com o  interesse comum, através do despertamento de sua capacidade cooperativa, passando então ao entendimento supremo de que conhecimento é para ser compartilhado.
Esta forma simples de ensinar, busca extrair de cada aluno, especificamente, o seu potencial, evitando-se, assim, exposições e exigências desnecessárias.
Faz-se lembrar que, em hipótese alguma, uma criança pode adentrar no fundamental sem que esteja devidamente alfabetizada, sabendo ler e escrever, para que então com o básico letramento possa estar apta ao seguimento didático.
Outro aspecto a ser observado é o estímulo ao hábito da leitura, pois é sabido que através desta é que a crianças desenvolve maior capacidade assimilativa, ampliando a sua compreensão interpretativa, que estimula um maior, mais claro e pronto  entendimento seja lá do que for, além de fazer expandir-se sua capacidade criativa.



















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