segunda-feira, 21 de novembro de 2011

PENSANDO ESCOLA II

Os aspectos fundamentais que justificam toda e qualquer alteração dos moldes atuais do sistema educacional, que inicialmente deve ocorrer a partir do ensino fundamental I, são e estão diretamente ligados à formação dos profissionais que estarão vinculados ao exercício, seja da presença em sala de aula, seja ligados às atividades psico-emocionais ou às de variações administrativas relativas as unidades ensino.
Cada unidade precisa ser compreendida como um núcleo, cujas células precisam estar operando como uma equipe em sintonia com o único propósito imunológico, em manter o corpo docente, dicente e administrativo em singular harmonia para que este saudável intento se reflita justamente no foco básico de todos os esforços em oferecer à criança um apoio sustentável ao seu desenvolvimento intelectual e humano, permitindo a ela um desabrochar à novas experiências absolutamente não só mais amplo no aspecto da absorção de conhecimentos diferenciados, mas amparado em um entendimento de bem comum construído à partir de uma visão pessoal de dentro para fora, favorecendo a sua conscientização quanto à responsabilidade de suas próprias posturas em relação à qualidade das reações que delas advirão, permitindo desta forma que ela se identifique e identifique os demais em um ciclo de contínuo aperfeiçoamento vivencial, onde a convivência é a chave solucionadora, propulsionadora, incentivadora, conciliadora do ter e do ser, material e emocional, o que concorrerá para que a criança expontâneamente observe selecionando, classificando e aplicando na prática vivencial o seu todo existencial mais facilmente identificável de acordo com as circunstâncias que se apresentem, mantendo por todo o tempo subjetivamente a prioridade de seu próprio bem estar, pois conscientemente estará ciente de que este estado físico-mental está ligado diretamente à sua própria postura.
Por se tratar da sistematização de um ocnceito no qual a criança volta a ser o centro de todo e qualquer outro interesse, torna-se absolutamente necessário que esta conscientização advenha de cima para baixo, promovendo uma mudança substancial na formação de professores, pedagogos e psicólogos  em primeiro lugar, formando um cordão solidamente unido, onde os caminhares se cruzem de forma eficaz, prático e prioritários entre si.
A desvinculação operacional destas três vertentes tem resultado em ações paralelas que não se cruzam na precisão necessária, ficando suas atuações timidamernte ligadas à um sistema com uma burocracia arcaica, fora do contexto contemporâneo, onde o imediatismo, a instantaneidade e princialmente a versatilidade são tônicas envolventes e determinantes a tudo quanto possa se focar, que no caso é prioritariamente promover o desabrochar intelegível de todo o potencial sensitivo que atuará no emocional como se fora um co-piloto do racional que, se adequadamente mantiverem-se unidos, terão maiores possibilidades em meio as constantes mutações conceituais de se postarem, assimilando a essência de cada ser vivente ou coisa com a qual tiverem que conviver em seus cotidianos existenciais.
Em parceria com Márcia Abreu.

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