domingo, 29 de junho de 2014

O SILÊNCIO QUEBRADO DA CHUVA


As luzes de um novo dia já chegaram trazendo com elas a persistente chuva, quase que silenciosa e imperceptível se não fossem as folhas a recebê-las no balanço contínuo do acolhimento, permitindo-se à carícia e nos alertando por todo o tempo que ela ainda está lá, sempre prontinha para banhar a vida, sempre disposta a lavar-nos a alma.
Vá até a janela, aprecie como faço agora, a vida se expressando.
Não se acanhe não se intimide.
Diga a si mesmo, amém,
Mande um olá para a vida.

Que neste domingo chuvoso de “São Pedro”, suas dores, mágoas e frustrações sejam lavadas, abrindo espaço em seus momentos presentes para o acolhimento fraterno da vida em suas mentes e emoções para um sincero querer “ser melhor”.

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