Pular para o conteúdo principal

CAPS EM FESTA


Na tarde de ontem fui a uma festa que comemorava os três anos de atividades do CAPS e surpreendi-me com a ausência geral das autoridades públicas e privadas, pelo menos, salvo engano até as 16 horas, quando então, precisei me retirar, pois precisava viajar.
Agradeço a forma carinhosa com a qual eu e Roberto fomos recebidos pelos funcionários, pacientes e pelo coordenador Rafael.
Constatei in loco, o resultado expressivo das terapias que vem sendo aplicadas, assim como de todo um conjunto de assistência médica e social humana, que possibilitam uma inclusão interativa, harmoniosamente saudável.
Parabéns ao psicoterapeuta Rafael e toda a equipe que comprometida, atua neste setor tão sério e importante da vida humana, assim como a secretária Michelle Marques pela condução geral e ao Prefeito Raimundo da Hora, que sensível às carências históricas e que afligiam inúmeras famílias itaparicanas, não mede esforços e com recursos do Município, mantém de forma digna, tão importante projeto.
Portanto, é de se estranhar que num momento de tamanha importância, nenhuma autoridade do executivo ou do legislativo, inclusive da oposição, estivesse presente para constatar e prestigiar este importante e indispensável trabalho inclusivo de nossa sociedade local.
Enfatizo a lacuna deixada pela ausência das presenças públicas e privadas, pois acredito que somente através de um rigoroso entendimento de tudo que acontece de relevante em uma administração pública é que, verdadeiramente, nos tornamos gabaritados para proceder críticas fundamentadas a respeito da mesma, sem cairmos no vazio do partidarismo e da ignorância das principais prioridades de uma cidade e de seu povo.
A falta de um devido convite, jamais será desculpa, já que quando há interesse real, não faltam os informantes que atuam como olheiros em todos os setores, sejam públicos os privados.
Desculpem-me a franqueza, mas acredito que em uma cidade tão pequena e íntima como Itaparica, não há lugar para salamaleques e para o desconhecimento das realidades, sejam elas boas ou ruins por aqueles que se intitulam formadores de opinião e principalmente, apaixonados pela cidade.
Ah!, ia me esquecendo dos comes e bebes que estavam deliciosos.
  • Tiana Reis A festa foi linda Regina Carvalho,fui saindo e VC chegando...Agradecemos a VC por sempre estar acompanhando esse trabalho que é desenvolvido por uma equipe comprometida,os meninos do CPS realmente são uns amores e eles merecem qualquer sentimento externado por nós, afinal a troca de valores é muito importante...
    9 h · Editado · Descurtir · 4
  • Rafa Mendes Não vou utilizar o velho clichê, "não tenho nem palavras para agradecer". Irei agradecer primeiramente pelo seu reconhecimento, que poucos o fazem, geralmente as críticas são bastante ofensivas, sem ao menos realizar qualquer análise observacional e ter conhecimento do que se fala!
    Ser imparcial nos dias de hoje é para poucos e isso você o faz muito bem obrigado.
    Tudo que se refere à políticas públicas deve ser tratado com extremo respeito, sendo papel de todo cidadão.
    Vindo de você, só aumenta a nossa responsabilidade e acima de tudo, a motivação para trabalhar cada dia mais, em prol do cuidado ao próximo.
    Só cabe a mim, lhe dizer que o seu trabalho como jornalista é essencial, além de fazer de utilidade pública, todavia faz com amor por essa terra que amas!
    Não me resta dúvidas de quanto será uma grande assistente social! Obrigado Regina e todos da rádio Tupinambá!
    6 h · Descurtir · 5
  • Ive Queiroz Muito importante o reconhecimento de uma pessoa tão participativa e sábia! Obrigada pelo carinho e atenção, não só com o CAPS, mas com toda saúde! Parabéns a Rafa e toda sua equipe ! Parabéns a secretária Michelle e ao prefeito Raimundo! A festa realmente foi linda! Estive presente e pude ver expressões de amor e união! Enfim, parabéns ao CAPS!
    4 h · Editado · Descurtir · 5
  • Regina Carvalho
    Escreva um comentário...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

OPRESSÃO CULTURAL

Acreditei estar me especializando na área da observação do comportamento humano e, por toda a minha vida, pensei estar aprendendo tudo quanto poderia, e, no entanto, absorvida com a diversidade infinita que me cercava e totalmente fascinada com o que majestosamente me apresentava a cada instante, me perdi totalmente, e, de repente, assim sem qualquer aviso prévio, vejo-me diante de minha não menos infinita ingenuidade avaliativa e percebo, então, o quanto nada sei em relação a capacidade humana em se adaptar às circunstâncias, ou a buscar posições favoráveis à suas conveniências pessoais de adaptabilidade social.Há alguns anos, venho tentando entender o porque de minha paixão por Itaparica, visto que conheci inúmeros outros locais, não menos bucólicos e acolhedores. E agora, como um raio de luz esclarecedor, posso compreender que em minhas buscas pessoais de aperfeiçoamento, encontrei aqui, neste local encantador, todos os subsídios necessários a um aprendizado mais concreto e expli…

O FALSO BOM SAMARITANO...

Há algumas horas atrás, assistia à uma uma aula de Filsosofia da Educação, onde em determinado momento falávamos em interação com o Professor Wilson sobre justamente a humanização de nós humanos.

Cheguei a argumentar que somos incapazes de atingir esta humanização ideal exatamente por que não somos educados ao entendimento da dimensão de nossa própria existência, nem no conceito individual quanto mais em relação a um todo que sequer conseguimos enxergar e muito menos sentir.

Estamos divididos em três facções vivenciais, ou seja: aqueles que crêem em Deus e são religiosos, aqueles que crêem, mas nao são religiosos, e aqueles que não crêem.

Todos, sem exceção, vagueiam em seus cotidianos sem ter qualquer entendimento real do quanto estão desperdiçando seus minutos presentes e, sem sem se dar conta, permanecem repetindo posturas que em sua maioria no máximo os robotizam, tirando lenta, mas sistematicamente, toda e qualquer potencialidade interior que é capaz de impulsioná-los a se verem com…

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PRIMEIRO QUADRIMESTRE DE 2018

Estive, como sempre, presente na Câmara Municipal de Itaparica por ocasião da prestação de contas que, diga-se de imediato, foi didaticamente explicada ao público presente, que se resumia em sua maioria a funcionários da própria prefeitura e assessores diretos da gestão. No entanto, todo o evento foi transmitido ao vivo pela sua Rádio Tupinambá FM. Acompanhei os itens apresentados com a mente aberta ao entendimento, mas reconhecendo as minhas limitações contábeis, deixando-me ao direito de apenas buscar dados que explicassem os gastos em relação à arrecadação que, na avaliação de pessoa comum do povo, pareceram-me elevados ao pensar na precariedade em que a cidade vem vivenciando o seu cotidiano. Em vista desta premissa, fui registrando algumas perguntas que as explicações da especialista em finanças, assim como a Controladora do município, não foram capazes de esclarecer, até porque, não cabia a nenhuma delas tecer considerações sobre as decisões da gestora em relação ao destino das ve…