quarta-feira, 1 de julho de 2026


 

FILHO ÚNICO?

Acordei pensando em Jesus. Quem me lê bem sabe que ele sempre foi meu ídolo maior, apesar de eu não professar nenhuma religião, mesmo reconhecendo a importância de tê-la para a maior parte da humanidade. Apaixonei-me por Jesus justamente quando li, reli e ainda leio o Novo Testamento. A cada leitura, mais compreensão vislumbro quanto aos seus ensinamentos.

Vejo também a obviedade de cada um mensagem se adicionarmos a lógica do raciocínio ilimitado que possuímos, dom destinado somente a nós, humanos, e que nos eleva independentemente de dispormos disto ou daquilo à bendita Consciência, senhora absoluta de nossas emoções e sentimentos, que lá está como um ser supremo dentro de nós.