Interessante como as pessoas se apegam aos comportamentos pré-estabelecidos e não deixam espaço para as alternativas, que podem ser tão ou melhores que as tradicionais.
Pensar e agir limitado, como se a vida girasse em torno do pequeno e aparentemente seguro mundinho no qual se está inserido, onde nele pensa-se ser o "tal", por se sentir protegido, é no mínimo falta de imaginação.
Colocar os pés um milímetro que seja para fora da linha divisória, onde não existem garantias, pode ser aterrorizador, mas também muito excitante.
Afinal, o que é a vida se não um sucessivo acúmulo de bagagens vivenciais de aprendizado e de prazeres.
sábado, 21 de agosto de 2010
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O OLHO NO OLHO ANDA EM DESUSO
Acordei pensando na minha filha Anna Paula que, na adolescência, reclamava do fato de eu adivinhar o que ela estava pensando e, por isso, me...
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