Pular para o conteúdo principal

SIMPLES ASSIM lV


Hoje amanheci inspirada, escrevi sobre a melhor idade e, agora, penso no polimento que se deve ter nos ambientes sociais e que nem todas as pessoas são capazes de compreender sua grandeza e preferem a grosseria de não responder a um simples ou caloroso cumprimento, demonstrando assim, sua profunda incapacidade de ser bem mais que as dificuldades que o cotidiano apresenta, através das diversidades que o compõem.
Ai, ai, ai, meu Deus!!!! Quanto desperdício...
As pessoas de um modo geral, cuidam do corpo, dos patrimônios materiais, da conquista de seus ideais e se esquecem de cuidar de suas emanações energéticas que são responsáveis pela maioria de suas vitórias.
Responder a um cumprimento, antes de ser uma obrigação social ou uma hipocrisia se preferirem, é uma demonstração de liberdade espiritual que estrutura nossa mente e nos torna pessoas mais acessíveis ao sucesso.
Que o diga se estou enganada, os políticos de carreira.
Afinal, é tão rotineiro vê-los sorrindo que, quando se estressam, esquecemos que são também humanos, e nos sentimos, então, no direito de julgá-los, como se fosse uma obrigação ferrenha ser chamado de ladrão e ainda sorrir, agradecendo
Esta minha escrita, não é uma nota de apoio a atitude do Presidente da Câmara de Itaparica, Nixon Ferreira Sacramento, mas ao cidadão que ocupa um cargo público, assim como aos demais edis que formam a atual Câmara de Vereadores, pela insistente agressão que recebem de alguns outros cidadãos que desconhecem os limites que existe nas críticas que se propõem a fazer.
Falo com conhecimento de quem já passou por situação semelhante e que reconheceu a inadequação das posturas e, educadamente, enviou à Câmara um ofício de desculpas, pois antes de me sentir no direito de agredir, impor ou revidar, preciso não esquecer que aquela é uma casa pública e que aqueles senhores lá se encontram por vontade popular e devemos ter por eles um mínimo de respeito, humano e profissional.
Precisamos mudar os rumos emocionais que conduziram até então o processo político de nossa cidade, se desejamos vê-la crescer, alijando os maus hábitos e construindo um ambiente onde o debate político seja possível, contribuindo assim com um grande serviço para o desenvolvimento do espírito crítico da população.
E longe de ser uma panaca, sou antes de tudo alguém que roga a Deus todos os dias, perdão pelos abusos, intolerâncias e ignorâncias minhas.






Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

OPRESSÃO CULTURAL

Acreditei estar me especializando na área da observação do comportamento humano e, por toda a minha vida, pensei estar aprendendo tudo quanto poderia, e, no entanto, absorvida com a diversidade infinita que me cercava e totalmente fascinada com o que majestosamente me apresentava a cada instante, me perdi totalmente, e, de repente, assim sem qualquer aviso prévio, vejo-me diante de minha não menos infinita ingenuidade avaliativa e percebo, então, o quanto nada sei em relação a capacidade humana em se adaptar às circunstâncias, ou a buscar posições favoráveis à suas conveniências pessoais de adaptabilidade social.Há alguns anos, venho tentando entender o porque de minha paixão por Itaparica, visto que conheci inúmeros outros locais, não menos bucólicos e acolhedores. E agora, como um raio de luz esclarecedor, posso compreender que em minhas buscas pessoais de aperfeiçoamento, encontrei aqui, neste local encantador, todos os subsídios necessários a um aprendizado mais concreto e expli…

Os professores: Um “novo” objeto da investigação educacional?

Houve um tempo, afinal nem tão distante, em que a função da escola era prioritariamente ensinar disciplinas que contribuíam nos universos de cada criança, despertando-as em suas inclinações naturais, na construção de seu futuro perfil profissional e pessoal.
Também era no ambiente escolar que a criança exercitava a convivência, não só com o contrário, mas principalmente com o diferente, deixando aflorar os ensinamentos oriundos de seu núcleo familiar.
Era comum ouvir-se: “a educação vem do berço”.
E este berço, não necessariamente precisava ser abastado economicamente e muito menos letrado, pois havia os conceitos pré-estabelecidos, onde as posturas respeitavam os limites do alheio, criando-se assim normas socais de conduta, não só externa, mas antes de tudo em meio à própria família.
Nesta época a que me refiro, havia uma distinção entre as atribuições tanto da família como da escola, assim como sob nenhuma circunstância esperava-se do mestre qualquer atributo fosse materno ou paterno, a…

O FALSO BOM SAMARITANO...

Há algumas horas atrás, assistia à uma uma aula de Filsosofia da Educação, onde em determinado momento falávamos em interação com o Professor Wilson sobre justamente a humanização de nós humanos.

Cheguei a argumentar que somos incapazes de atingir esta humanização ideal exatamente por que não somos educados ao entendimento da dimensão de nossa própria existência, nem no conceito individual quanto mais em relação a um todo que sequer conseguimos enxergar e muito menos sentir.

Estamos divididos em três facções vivenciais, ou seja: aqueles que crêem em Deus e são religiosos, aqueles que crêem, mas nao são religiosos, e aqueles que não crêem.

Todos, sem exceção, vagueiam em seus cotidianos sem ter qualquer entendimento real do quanto estão desperdiçando seus minutos presentes e, sem sem se dar conta, permanecem repetindo posturas que em sua maioria no máximo os robotizam, tirando lenta, mas sistematicamente, toda e qualquer potencialidade interior que é capaz de impulsioná-los a se verem com…