quinta-feira, 20 de abril de 2017

CIDADANIA NAS SOMBRAS


Mais do que as definições acadêmicas que conceituam a expressão “cidadania”, é preciso não esquecer da ética que garante a soberania do ato cidadão, dando a ele legitimidade.
Um fake ou qualquer outra camuflagem de identificação, desqualifica toda e qualquer suposta intenção de bem cidadão, pois fere o princípio básico da obrigação direta e inquestionável de responder por seus atos, apesar de estar exercendo o seu direito inalienável de ser e fazer o que bem entende.
Portanto, moral, ético e legal a cidadania nas sombras não merece qualquer maior consideração, tornando-se tão somente, mais um ato informativo sem assinatura, sempre merecedor de possíveis questionamentos.
Exercer a cidadania é muito mais que denunciar de forma vazia e sem maiores informações, trazendo suspeição a este ou aquele ato público, tornando-se necessários complementos informativos que corroborem para uma maior comprovação do ato de improbidade administrativa, ajudando assim a um esclarecimento mais adequado ao entendimento dos demais.
Afinal, nem tudo o que aparenta, realmente é. Daí minha insistência quanto a formação de uma comissão de cidadãos descompromissados com as vias partidárias, além da disponibilidade de tempo e competência avaliativa dos meandros da governança pública, para que possam estimular os vereadores a exercerem suas mais básicas atribuições.


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