Pular para o conteúdo principal

A PATOLOGIA DA INVEJA DESMEDIDA


Realmente, alguns seres humanos se assim podemos chamá-los, não possuem a capacidade natural dos demais em assimilarem limites em seus devaneios mentais.
Desde que aceitei a condição de estar a frente da programação da Rádio Tupinambá, tenho sido alvo de agressões contínuas que infelizmente, vem acompanhadas do anonimato de pessoas que se utilizam de “fakes” para falarem o que bem entendem, ofendendo, denegrindo  e minando todas as resistências de tolerância que aprendi a ter com os invejosos e infelizes, sem que nada lhes aconteça em termos de punição jurídica, justo porque, por desconhecermos os caminhos legais que amparam os procedimentos que envolvem crimes virtuais, ficamos restritos ao abuso e a impunidade, restando-nos apenas  o consolo de dispormos de uma imensa paciência e até mesmo compreensão a estas pessoas que desconhecem o que significa um não em suas vidas e aí, recalcadas ao invés de seguirem suas vidas tentando outros caminhos, empenham-se como desesperados em destruir no mínimo o trabalho que no fundo , creem serem por direito, unicamente delas e aí, incansavelmente, encontram forças obstinadas e muitas vezes apoio de alguns afins, para infelizmente, não terem limites em suas patológicas ações.
Há algum tempo atrás, pensei ter tirado de minha lista de amigos virtuais, não só os “fakes”, como todas as pessoas que infelizmente de uma forma ou de outra, nada acrescentavam além de trazerem fofocas e “disse me disse”, inúteis a qualquer pessoa que como eu e tantas outras que compõem a minha rede de amigos  dispensam as maldades e os ignorantes revestidos de falsa inteligência e elegância.
Ledo engano, pois deixei passar batido um “fake” que se intitula NATANAEL VERA CRUZ que pelo primarismo de sua escrita, notoriamente é desta cidade e também muito frustrado ou (a), talvez por não ver qualquer possibilidade de também auferir através de sua competência, benécias profissionais que não sejam as produzidas por suas firulas e escândalos pessoais que impiedosamente, lança em quem verdadeiramente, busca realizar um trabalho social como é o meu caso a frente da única rádio oficialmente autorizada pela ANATEL como comunitária da cidade de Itaparica.
Deixo claro que me utilizo deste recurso público, pois o referido “FAKE” NATANAEL VERA CRUZ, bloqueou ou foi bloqueado de alguma forma para receber resposta através dos comuns bate-papos.
Portanto, a ele e a quem mais interessar, deixo registrado que minha postura será sempre o de lamentar que em um local tão bucólico, pequeno e ainda repleto de paz, ainda existam pessoas que venham para cá para trazer discórdia, falsas verdades e muita infelicidade pessoal e que através de seus desequilíbrios, passem suas existências na busca de searas que jamais lhe pertencerão, pois falta-lhes acima de tudo a autenticidade de propósitos e sentimentos que são facilmente reconhecidos, muitas vezes tolerado, mas verdadeiramente, jamais aceitos e estreitados como tenho sido, desde o bendito dia em que cheguei com minha família a este paraíso que hoje, com orgulho, chamo de meu, reconhecida que fui pela câmara de vereadores como cidadã Itaparicana.
Peço a Deus que  abençoe e amanse o coração dos doentes de alma e aproveito para agradecer a este Deus maravilhoso que por todo o tempo, não me deixa esquecer que a vida é bonita e é bonita.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

OPRESSÃO CULTURAL

Acreditei estar me especializando na área da observação do comportamento humano e, por toda a minha vida, pensei estar aprendendo tudo quanto poderia, e, no entanto, absorvida com a diversidade infinita que me cercava e totalmente fascinada com o que majestosamente me apresentava a cada instante, me perdi totalmente, e, de repente, assim sem qualquer aviso prévio, vejo-me diante de minha não menos infinita ingenuidade avaliativa e percebo, então, o quanto nada sei em relação a capacidade humana em se adaptar às circunstâncias, ou a buscar posições favoráveis à suas conveniências pessoais de adaptabilidade social.Há alguns anos, venho tentando entender o porque de minha paixão por Itaparica, visto que conheci inúmeros outros locais, não menos bucólicos e acolhedores. E agora, como um raio de luz esclarecedor, posso compreender que em minhas buscas pessoais de aperfeiçoamento, encontrei aqui, neste local encantador, todos os subsídios necessários a um aprendizado mais concreto e expli…

Os professores: Um “novo” objeto da investigação educacional?

Houve um tempo, afinal nem tão distante, em que a função da escola era prioritariamente ensinar disciplinas que contribuíam nos universos de cada criança, despertando-as em suas inclinações naturais, na construção de seu futuro perfil profissional e pessoal.
Também era no ambiente escolar que a criança exercitava a convivência, não só com o contrário, mas principalmente com o diferente, deixando aflorar os ensinamentos oriundos de seu núcleo familiar.
Era comum ouvir-se: “a educação vem do berço”.
E este berço, não necessariamente precisava ser abastado economicamente e muito menos letrado, pois havia os conceitos pré-estabelecidos, onde as posturas respeitavam os limites do alheio, criando-se assim normas socais de conduta, não só externa, mas antes de tudo em meio à própria família.
Nesta época a que me refiro, havia uma distinção entre as atribuições tanto da família como da escola, assim como sob nenhuma circunstância esperava-se do mestre qualquer atributo fosse materno ou paterno, a…

O FALSO BOM SAMARITANO...

Há algumas horas atrás, assistia à uma uma aula de Filsosofia da Educação, onde em determinado momento falávamos em interação com o Professor Wilson sobre justamente a humanização de nós humanos.

Cheguei a argumentar que somos incapazes de atingir esta humanização ideal exatamente por que não somos educados ao entendimento da dimensão de nossa própria existência, nem no conceito individual quanto mais em relação a um todo que sequer conseguimos enxergar e muito menos sentir.

Estamos divididos em três facções vivenciais, ou seja: aqueles que crêem em Deus e são religiosos, aqueles que crêem, mas nao são religiosos, e aqueles que não crêem.

Todos, sem exceção, vagueiam em seus cotidianos sem ter qualquer entendimento real do quanto estão desperdiçando seus minutos presentes e, sem sem se dar conta, permanecem repetindo posturas que em sua maioria no máximo os robotizam, tirando lenta, mas sistematicamente, toda e qualquer potencialidade interior que é capaz de impulsioná-los a se verem com…