Pular para o conteúdo principal

REFLEXÃO


Senhor, fazei de mim um instrumento de sua paz
A cada instante, ouço, leio e convivo com pessoas que esperam mudanças em todas as áreas sistêmicas humanas e, para tanto, contam com a ajuda extra do divino, porque, afinal, sem a transcendência com os recursos de Deus, fica difícil pensar-se em maiores alterações de intenções e muito menos de ações que, também a cada instante, vem moldando uma nova imagem humana e um sem número de posturas, totalmente contrárias a todos os conceitos  que se pensou até então, como meios norteadores de convivência social em quaisquer de seus níveis.
Refletindo nesta complexidade existencial, mergulho um pouquinho a cada dia, no interior de mim mesma, tentando entender minhas próprias ações e reações frente a convivência com a vida no tudo que ela se encontra representada, acreditando que somente no meu reconhecimento pessoal, serei capaz de encontrar entendimento, quanto as ligações capazes de fundamentarem a correlação em espaço adequado ou não que minhas ações, são capazes de estimular ao meu universo pessoal e então, a partir daí, sentir-me absolutamente menos frágil ou impiedosamente vaidosa, e também desnecessárias em me dar ao luxo de pensar em querer corrigir outras criaturas humanas em suas expressabilidades sistêmicas.
E aí, um mar de posturas sistêmicas sem qualquer lógica ou necessariedade se apresenta e nós, criaturinhas soberbas em nossos egocentrismos, saímos pela vida como Spartacus, na liderança de nossos desequilíbrios, nos dando ao luxo de criticarmos isto, aquilo ou aquele, mas absolutamente, prontos a agirmos como cegos, loucos ou simplesmente, abestalhados, mas em todas as hipóteses, totalmente desconhecedores da potencialidade do bendito Deus que reside em cada um de nós.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

OPRESSÃO CULTURAL

Acreditei estar me especializando na área da observação do comportamento humano e, por toda a minha vida, pensei estar aprendendo tudo quanto poderia, e, no entanto, absorvida com a diversidade infinita que me cercava e totalmente fascinada com o que majestosamente me apresentava a cada instante, me perdi totalmente, e, de repente, assim sem qualquer aviso prévio, vejo-me diante de minha não menos infinita ingenuidade avaliativa e percebo, então, o quanto nada sei em relação a capacidade humana em se adaptar às circunstâncias, ou a buscar posições favoráveis à suas conveniências pessoais de adaptabilidade social.Há alguns anos, venho tentando entender o porque de minha paixão por Itaparica, visto que conheci inúmeros outros locais, não menos bucólicos e acolhedores. E agora, como um raio de luz esclarecedor, posso compreender que em minhas buscas pessoais de aperfeiçoamento, encontrei aqui, neste local encantador, todos os subsídios necessários a um aprendizado mais concreto e expli…

Os professores: Um “novo” objeto da investigação educacional?

Houve um tempo, afinal nem tão distante, em que a função da escola era prioritariamente ensinar disciplinas que contribuíam nos universos de cada criança, despertando-as em suas inclinações naturais, na construção de seu futuro perfil profissional e pessoal.
Também era no ambiente escolar que a criança exercitava a convivência, não só com o contrário, mas principalmente com o diferente, deixando aflorar os ensinamentos oriundos de seu núcleo familiar.
Era comum ouvir-se: “a educação vem do berço”.
E este berço, não necessariamente precisava ser abastado economicamente e muito menos letrado, pois havia os conceitos pré-estabelecidos, onde as posturas respeitavam os limites do alheio, criando-se assim normas socais de conduta, não só externa, mas antes de tudo em meio à própria família.
Nesta época a que me refiro, havia uma distinção entre as atribuições tanto da família como da escola, assim como sob nenhuma circunstância esperava-se do mestre qualquer atributo fosse materno ou paterno, a…

O FALSO BOM SAMARITANO...

Há algumas horas atrás, assistia à uma uma aula de Filsosofia da Educação, onde em determinado momento falávamos em interação com o Professor Wilson sobre justamente a humanização de nós humanos.

Cheguei a argumentar que somos incapazes de atingir esta humanização ideal exatamente por que não somos educados ao entendimento da dimensão de nossa própria existência, nem no conceito individual quanto mais em relação a um todo que sequer conseguimos enxergar e muito menos sentir.

Estamos divididos em três facções vivenciais, ou seja: aqueles que crêem em Deus e são religiosos, aqueles que crêem, mas nao são religiosos, e aqueles que não crêem.

Todos, sem exceção, vagueiam em seus cotidianos sem ter qualquer entendimento real do quanto estão desperdiçando seus minutos presentes e, sem sem se dar conta, permanecem repetindo posturas que em sua maioria no máximo os robotizam, tirando lenta, mas sistematicamente, toda e qualquer potencialidade interior que é capaz de impulsioná-los a se verem com…