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REFLETINDO

Confesso que estou triste, afinal, este tem sido um ano de perdas humanas significativas, como se o tudo que é bom e valesse a pena, decidiu nos deixar quase ao mesmo tempo, assim como perdas em outras instâncias que nos abalaram e creio que devemos fazer uma reflexão sobre os rumos que queremos dar ao nosso país, focando acima de tudo na ética e no respeito ao coletivo, valores que se encontram fragilizados. 
Que as perdas se transformem em luzes de alerta para que nossos valores de cidadãos democráticos, de criaturas humanas generosas, sejam despertados, guiando-nos à escolhas mais maduras no próximo pleito eleitoral, onde a preservação dos bens públicos possam estar acima dos interesses individuais e partidários, para que possamos colocar o nosso Brasil em um patamar de nação séria, por ter um povo e políticos comprometidos com um crescimento sustentável em todos os níveis.
Que DEUS nos permita a capacidade de encontrar o nosso bendito senso de pertencimento em relação ao sagrado solo que nos abriga.
Nunca é tarde para mudar, nem muito cedo para acordar.

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