Estou aqui pensando, enquanto espero o dia clarear, já que são quase 7h30 e, por enquanto, tudo ainda está escurinho por estas bandas do sul: se meu pai estivesse vivo e eu fosse adolescente, tal qual ocorreu nos anos sessenta, como seria minha vida?
O homem era uma águia vigiando cada passo, aonde quer que eu fosse. Minha mãe, sob sua supervisão, o supria com devoção de segunda a sexta, enquanto ele estava ausente, pois trabalhava em Barra Mansa e só chegava ao Rio nas sextas-feiras à tarde.

