quinta-feira, 18 de junho de 2026

FARDO LEVE...

Neste amanhecer, fui influenciada pelo livro que reescrevi sobre uma mulher extraordinária, que abriu o mundo espiritual para mim. Ontem, graças à amiga Cida Paglarin, recebi a obra em mãos. Pude cheirá-la e senti-la viva. Imediatamente, lembrei-me de outras duas mulheres fundamentais em minha vida. Sou uma privilegiada pela mãe, tia e sogra, cada qual em seu tempo na minha formação de pessoa.

 Além de tê-las comigo, fui capaz de identificar a grandeza de cada uma. Agarrei-me a elas em abraços poderosos, cujos efeitos sinto a cada instante da minha vida, valendo-me deles para suprir toda e qualquer necessidade.


quarta-feira, 17 de junho de 2026

Minha Vida Mediúnica

 Acabei de receber da editora mais este trabalho que escrevi com muito amor, cujos direitos autorais doei para a Irmandade Espiritual Estrela D'Dalva núcleo de São Paulo. Agradeço a amiga e sacerdotisa Cida Paglarin por viabilizar mais este trabalho.

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QUE COISA, VIU!

Voltei a dormir extremamente cedo e a acordar da mesma forma. A consequência é ficar em total falta de sintonia com todo o resto, o que me é desagradável, já que gosto de interagir. 

Este é um problema a ser resolvido. Outra alteração que vem se acentuando é a vontade irresistível de fazer tudo o que antes tinha o cuidado de evitar, com uma desculpa cognitiva de teor mais que convincente: será que estarei viva amanhã? 


terça-feira, 16 de junho de 2026

MIOLOS CONGELADOS

Estou na última meia hora, tomando um pingado diante do aquecedor, enquanto através das mãos tento esquentar minha mente que parece rígida de frio, recusando-se a pensar. 

Como sou teimosa, insisto. Afinal, acordei pensando que nem todo mundo tem a alma adocicada; alguns, inclusive, podem ser bastante amargos. 


segunda-feira, 15 de junho de 2026

EXTRAORDINÁRIA

Acordei nesta segunda-feira friorenta pensando na palavra extraordinária. Então, como sempre faço, busquei inteirar-me de forma mais ampla sobre o seu significado. Até porque, de uns bons tempos para cá, a influência maciça do apenas ordinário travestido de fantástico tem confundido as avaliações críticas dos pouco atentos.

Aliás, esse é um fator altamente preocupante a ser observado. As universidades, que deveriam ser redutos dos exercícios críticos, passaram a ser tão somente mecanismos de indução à nulidade avaliativa. Tornaram-se condutoras dos fluxos existentes a cada momento, além, é claro, dos rasteiros ensinamentos básicos dos conhecimentos gerais. Isso afeta de forma negativa e desastrosa todas as áreas da aplicação de seus parcos conhecimentos.


NA EXATA MEDIDA

Depois que a minha trupe, após uma torcida vibrante em prol da nossa seleção que se apresentou meia boca (fazer o que, né?), rumou para as suas casas, estiquei-me, como de hábito, no sofá. Dormi como uma pata parida. Quando meio que acordei, a novela, o jornal e tudo mais na televisão havia acabado. 

Como uma sonâmbula programada, cheguei até o meu quarto e voltei a dormir. É lógico que, seis horas depois, meu sempre pontual relógio biológico acionou o despertador. Então, cá estou às três desta manhã de domingo, a mil por hora, enquanto, lá fora, tudo se apresenta silenciosamente lento, como se todos dormissem. Mas sei que não é bem assim.


NEM AS RAPIDINHAS SE SALVAM

Estou aqui pensando que acho esta Copa sem tesão. Será? Ou sou eu que espero demais, já que vivi outras tantas em que as vibrações eufóricas continuavam em lembranças inesquecíveis, mesmo depois dos jogos?Como sou uma tremenda irreverente, comparo o entusiasmo do jogo de ontem com aquela rapidinha que todo mundo já deu em algum momento da vida, num intervalo qualquer. Uma situação que entusiasma só de pensar, mas que depois não deixa nada como rescaldo do fogo ardente da paixão.Nossa, dona Regina, essa é uma comparação que se faça?Verdade...


FARDO LEVE...

Neste amanhecer, fui influenciada pelo livro que reescrevi sobre uma mulher extraordinária, que abriu o mundo espiritual para mim. Ontem, gr...