Nesta Semana Santa, em que pessoas que se intitulam cristãs, no Brasil e no mundo, ainda evitam comer carne, fazem vigílias e dobram seus joelhos nos templos, por incrível que pareça, muitas também defendem a liberação do aborto, sob a argumentação de que a mulher pode fazer de seu corpo o que bem entender.
Partindo dessa premissa, repleta de equívocos em relação aos preceitos do cristianismo, estabelece-se um confronto direto com a própria noção de justiça. Afinal, se, como mulher, posso violar meu próprio corpo e eliminar um ser que nele habita, por que não poderia também usar minha mente para comandar minhas mãos e braços a fim de eliminar tudo aquilo que eu “achar” um incômodo em minha vida?






