segunda-feira, 22 de junho de 2026


 

BOLSONARO-O BURRO CHUCRO QUE DESPERTOU MENTES

Minha mente esteve sempre ligada ao amor e este se estendeu, inevitavelmente, para o bem comum. Não que ela seja especial, mas porque entendeu, desde sempre, que o seu bem-estar nascia e se desenvolvia a partir da sua relação com o todo, a partir de si mesma.

 Isso só seria possível se estivesse amparada pelo seu núcleo familiar, tendo o amparo de uma energia que fosse maior que tudo e que, ainda assim, estivesse permanentemente estruturada pelo amor, respeito e fraternidade, que, mesmo invisíveis, eram absolutamente sentidos.


domingo, 21 de junho de 2026

O MAL CONFUNDE E DESCONHECE LIMITES

Quando passei a ouvir as argumentações do ilustríssimo Juiz do STF, Dr. André Mendonça, ponderando em relação às suas parciais conclusões no processo do Banco Master do qual é relator, confesso que, até então, não havia prestado atenção nele e no seu desempenho. 

Havia outros que se sobressaíam, atraindo para si os holofotes da mídia, acirrando as dúvidas de quem os ouvia, alimentando disputas partidárias e falsas verdades. Todavia, eis que surge o Dr. André, despertando em seus pares sentimentos controversos em seus pareceres jurídicos e que pude alcançar com minha atenção, mesmo desprovida de qualquer maior conhecimento relativo aos trâmites constitucionais nos quais os mesmos se apoiavam.


sábado, 20 de junho de 2026

A OCASIÃO FAZ O LADRÃO

Em seu romance Esaú e Jacó, Machado de Assis oferece a sua visão sobre o ditado popular que afirma que "A ocasião faz o ladrão". Eu concordo com ele, afinal, a ocasião apenas cria o furto, pois o ladrão já nasce feito, já que o caráter e a essência independem da oportunidade.

Acordei pensando que já faz décadas que li essa obra e que ela fez absoluto sentido, até porque meu pai, que foi o homem mais ético que conheci, na época também concordava com o autor. Penso, então, no quanto foi importante o exemplo de meu pai na minha formação como pessoa. 


sexta-feira, 19 de junho de 2026


 


 

POR UM INSTANTE QUE SEJA...

Há muito cheguei à conclusão de que não poderia admitir assistir a produções que pudessem afrontar os meus sentidos mais do que já eram diariamente, através dos noticiários. Afinal, o tudo de ruim já era uma realidade cotidiana aqui e em qualquer outro lugar do mundo. Portanto, qual o sentido de, ainda em meu lazer, buscar esse tipo de conteúdo?

Na minha concepção de saudáveis valores pessoais não coube jamais o feio, o rude e o maléfico, mesmo que travestido da realidade possível de ser constatada ao meu lado. Sempre acreditei que assisti-los era o mesmo que fazer deles uma espécie de elixir de emoções.