quinta-feira, 10 de setembro de 2026

 


QUE COISA, VIU!!!

Neste amanhecer ainda encoberto pelo denso nevoeiro, trago o céu iluminado para dentro de mim como de costume. Afinal, de que me serviria o cinzento? Basta-me tê-lo no cotidiano, onde o preconceito dele se vestiu a fim de fazer-me desistir de segurar firme, em minha vida, o sol ardente do verão de minha Ipanema. Fecho os olhos e me vejo estirada no piso escaldante do terraço, acolhendo em mim seus deliciosos fachos de luz, até o ponto de conseguir transformá-los em mil estrelinhas que me cegavam de prazer. Isso me obrigava a fechar os olhos, respirando arfante, abrindo espaço em minha mente para os delírios infantis.



quarta-feira, 9 de setembro de 2026


 

A VIDA É BELA

Parece frase motivacional de uma aprendiz de filósofa, a fim de convencer a si própria de que tudo pode ser simplesmente maravilhoso, sem qualquer chaga vivencial que a atinja. De certa forma o é, porque, afinal, cada pessoa é dona dos seus pensamentos, guia perpétua de sua mente, mesmo que ela seja atrevida, irreverente, nostálgica e teatral como a minha. 

Este insight ocorreu em minha vida quando eu era ainda uma garota de 15 anos, em tempos idos, onde se podia saborear cada fase da vida sem imediatismos. Por que ocorreu? Sei lá. 


terça-feira, 8 de setembro de 2026


 

AMOR E O TUDO MAIS...

Quase seis e meia desta manhã de quase primavera e lá fora a neblina está tão espessa que sequer posso enxergar o céu, cujo azul intenso sempre me encantou. Essa ausência momentânea da luz me faz refletir sobre as cores da vida. Então, fecho os olhos e o imagino, assim sou capaz de manter a esperança de vê-lo luminoso, trazendo consigo o bendito sol que aquece.