Pois é…
Fui dormir depois de assistir à novela Três Marias, única e exclusivamente para distrair a minha cabecinha exaurida de tanto escrever, onde fuço as memórias, livros e arquivos em busca de elementos corroborativos ao livro que me foi proposto escrever sobre uma das figuras mais impactantes do início do século XX do espiritualismo brasileiro: Hilda Roxo.
E aí, deparo-me com a figura icónica da personagem Arminda, a viúva gostosona, de caráter dúbio, aliás, bem brasileiro, exemplificando, de forma extremamente estereotipada, um grande número de mulheres e homens que acreditam estar acima do bem e do mal.




