Acordei nesta segunda-feira friorenta pensando na palavra extraordinária. Então, como sempre faço, busquei inteirar-me de forma mais ampla sobre o seu significado. Até porque, de uns bons tempos para cá, a influência maciça do apenas ordinário travestido de fantástico tem confundido as avaliações críticas dos pouco atentos.
Aliás, esse é um fator altamente preocupante a ser observado. As universidades, que deveriam ser redutos dos exercícios críticos, passaram a ser tão somente mecanismos de indução à nulidade avaliativa. Tornaram-se condutoras dos fluxos existentes a cada momento, além, é claro, dos rasteiros ensinamentos básicos dos conhecimentos gerais. Isso afeta de forma negativa e desastrosa todas as áreas da aplicação de seus parcos conhecimentos.






