Ninguém, nos últimos tempos, tem me perguntado de que lado político estou. Afinal, o rótulo da "Direita" foi tatuado em mim há muito tempo. Lembro-me de 2008, quando subi felicíssima pela primeira vez em um trio elétrico na minha querida Itaparica para apoiar a candidata Marlylda Barbuda, indicada pelo prefeito da época, Claudio da Silva Neves, carlista juramentado.
Juntos, amargamos derrotas, mas, como pessoas vividas, entendíamos que quando a esmola é demais, o santo deve desconfiar. Sabíamos que, se certas fórmulas não deram certo no passado, nem mesmo com Getúlio Vargas, não haveria de dar agora. As narrativas e as promessas eram as mesmas.






