sábado, 9 de fevereiro de 2013


Potencial de vida...

Salve as Marias, os Josés, os Pedros e as criaturas que às suas maneiras vão cristalizando no decorrer de suas vidas a solidariedade no convívio com os demais.

Salve, portanto, as pequenas, mas absolutas atitudes interativas que fazem de cada instante de vida um valer o quinhão de uma eternidade.

Eternidade que se entrelaça hamoniosamente, formando núcleos protetores, regeneradores e benditamente próximos uns dos outros e que se amparam mutuamente, não permitindo que o sentido de fortalecimento se desfaça, realçando toda e qualquer ação que tenha como objetivo a agregação de fortalecimento energético que possibilita a continuidade deste ciclo de elos resistentes a todas as ações contrárias da própria vida em sua permante mutação evolutiva ou simplesmente adaptativa.

E se o todo universal se move por todo o tempo em tão somente atividade, por que então os seres vivos permaneceriam estáticos ou robotizados?

Tudo faz parte de um todo e estes se entrelaçam na busca constante e às vezes frenética de seus pares em afinidade, seja energética ou apenas material, ficando a racionalidade humana como contraponto deste processo em um atraso universal quase afrontoso, visto a potencialização com o qual se encontra abastecido.

A racionalidade é o único fator  que o diferencia do todo, sendo um ítem que o transforma em uma partícula completa que se bem adequada transforma o núcleo bioenergético de cada unidade humana em um potencial cujos recursos indididuais são praticamente ilimitados, podendo inclusive admitir-se que cada ser humano é em sua complexidade, o Deus que ele não consegue enxergar francamente em si mesmo, mas que ao projetá-lo transcendentemente o torna real, nos seus anseios ou devoção.

Louvado seja, portanto, toda a capacidade regeneradora com a qual o elemento humano vem, de forma acelerada, percebendo, avaliando e agregando ao conhecimento da vida, mesmo tendo os limitantes atávicos de sueu próprio condicionamento racional em permanecer em terra firme, achando sistematicamente com a sua descrença pessoal, medo existencial de se ver como o verdadeiro Deus que ele mesmo criou, como fonte de inspiração e modelo de posturas físicas e emocionais.

E diz: -

- Só Deus pode explicar.

- Só Deus pode me dar.

- Só Deus será capaz.

Quando poder-se-ia dizer sem qualquer constrangimento, medo ou covardia.

- Só eu posso explicar.

- Só eu posso me dar.

- Só eu serei capaz.

Afinal, o Deus olhado à distância reside de forma integral na potencialidade de cada ser que seja capaz de sobreviver a todas as suas próprias ações e reações na comunhão e adapatação com o todo que o abriga.

Parceria com o amigo energético Juan Emanuel Rodrigues Sanches.

 

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