segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

MINHA VIDA MEDIÚNICA

"É a história de uma mulher chamada Hilda Roxo que liderou, empreendeu, escreveu, ensinou, amando profundamente tudo que fazia e ainda, preparou outra mulher, no caso eu, sua sobrinha, numa época que não estava pronta para isso."Minha eterna gratidão".

Acabei de reescrever a vida de Hilda Roxo o que foi para mim, mais do que organizar memórias ou registrar acontecimentos. Foi um mergulho inevitável na minha própria história.

À medida que revisitava os seus sofrimentos, as perseguições, as incompreensões e as solidões impostas justamente por aqueles que estavam mais próximos, via-me refletida em muitos desses episódios. Não como comparação vaidosa, mas como espelho doloroso.

👇👇👇👇 Capa criada pela IA


domingo, 22 de fevereiro de 2026


 

PÁTRIA SEM HONRA

Infelizmente, a história conta os fatos, mas não os mastiga com lógica e isenção suficientes para oferecer uma conclusão nítida que as pessoas, especialmente os jovens nas escolas e universidades, possam assimilar e, então, buscar o caminho mais sensato e justo a ser tomado em uma escolha eleitoral.

Na minha modesta opinião, o Brasil, assim como qualquer outra nação que se intitula democrática, precisa não de pais ou mães nacionais, mas de homens e mulheres que honrem seus postos de liderança, corrigindo toda e qualquer distorção que possa prejudicar a plenitude dos direitos de cada cidadão.



 

DESCOBERTAS...

Era uma vez uma garotinha, ainda muito novinha, que descobriu, à beira de um riacho, enquanto as piabinhas lhe mordiscavam as pernas e os pés, que existiam prazeres invisíveis, impalpáveis, silenciosos, capazes de conduzi-la a um estado de plenitude profunda.

Um estado que se assemelhava ao gosto doce das mangas maduras, ao sal morno do sabugo recém-rapado da espiga de milho, e que, naquele instante, fez desaparecer o frio cortante da água que lhe envolvia os pés.

Ali, sem saber, iniciava-se.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026


 

MINHAS RESPOSTAS...

Acordei lembrando de um episódio em que fui uma desastrosa coadjuvante e que, de tão real, tornou-se mais uma bandeira de liberdade em minha vida. Ao reconhecer a inadequação de minha atitude, passei o restante da minha existência burilando minhas reações, a fim de não mais me colocar em extremos, preferindo direcionar minhas emoções a um lugar mais confortável, pelo menos para mim.

Não sou de ferro e, vez por outra, ao longo da caminhada, se não joguei um litro de shampoo em alguém, como ocorreu em 1968, aos 18 anos, quando fui tão ofendida que perdi as estribeiras com uma tia de meu marido, pelo menos, dali em diante, como carioca raiz, reconhecendo que não devia arremessar nada, enviava um “vai à M” ou “PQP” que, para alguns, era mais forte que um soco.


MINHA VIDA MEDIÚNICA

"É a história de uma mulher chamada Hilda Roxo que liderou, empreendeu, escreveu, ensinou, amando profundamente tudo que fazia e ainda,...