quarta-feira, 10 de junho de 2026
SALVARAM-SE TODOS...
Nesse amanhecer, pensei em escrever sobre a minha forma de escrever, onde a protagonista sempre sou eu. Isso pode parecer uma extrema vaidade, mas aí dei uma pausa e comecei a visualizar algumas postagens. Imediatamente encontrei uma que foi determinante. Afinal, através dela pude compreender que, se apenas me conheço, é natural que (tentando manter a lógica e a ética) eu permaneça focada em mim em relação a tudo mais. Assim, ao me lerem, pode existir um encontro de semelhanças, já que, de uma forma ou de outra, somos todos muito parecidos quando os assuntos são sentimentos e emoções.
terça-feira, 9 de junho de 2026
PIEGAS...
Dormi e acordei com a palavra Piegas em minha mente, aliás, para ser mais exata, sentindo-me exatamente assim, piegas em um tempo onde ser descolada é o mínimo que se espera, ainda mais de uma pessoa que atua diariamente nas redes sociais.
Pois é, fazer o quê, se conto nos dedos quem me curte e comenta. No entanto, cá pra nós, não é bem assim, afinal, o número de seguidores só aumenta. Aí, fico pensando que de repente o que escrevo tem adeptos fiéis, mas colar suas imagens à minha faria de cada um deles também um piegas. Pode ser!
segunda-feira, 8 de junho de 2026
FATO & REALIDADE
Decididamente, depois de ser bombardeada dias seguidos com os pareceres jurídicos e achismos desta ou daquela pessoa através dos órgãos de comunicação, cá estou, sendo mais uma que desconhece os meandros do processo.
Busco entender qual detalhe relevante pode ter existido para que uma juíza, em sã consciência humana e jurídica, tenha concedido o perdão a esta senhora.
domingo, 7 de junho de 2026
PERUA, por que não?
Pois é, pensando bem a culpa é de minha mãe que se esmerava na confecção dos vestidos de cambraia de linho com aplicações de delicadas rendas e pontos de fino bordado que eu detestava, afinal, impedia-me de correr e ser apenas uma criança naturalmente levada e repleta de energias.
Esse travamento moldou a minha forma de ser e de me apresentar, já que incluía no figurino a postura da menina discreta e obediente, sufocando a afoita que morava em mim, que tudo o que gostaria era de poder bater as asas e rodopiar pelos quintais da vida.





