sexta-feira, 5 de junho de 2026

CONFESSO...

Pois é, acordei nesta sexta-feira sentindo uma saudade gostosa de um passado que escreveu a minha história e que, em flashes, adentra vez por outra em minha mente, na abusada intenção de me fazer reviver instantes fantásticos que as circunstâncias inesperadas ou buscadas me proporcionaram. 

Pessoas, lugares e situações incríveis que pude vivenciar e nas quais, sem qualquer cerimônia, me refestelei, fosse boa ou ruim a ocasião. Afinal, uma dava equilíbrio à outra, se bem que, na sua esmagadora maioria, reconheço que curti bastante.


quinta-feira, 4 de junho de 2026

MELODIA & Emoção

Diversas foram as vezes em que citei o fato de estar ouvindo o Noturno de Chopin enquanto escrevia minhas crônicas diárias, mesclando seus acordes com as minhas emoções. É exatamente o que faço neste momento, em meio ao frio e à solidão existente em cada ser humano, ainda mais quando se atinge uma longa vivência, enriquecida com os mais diversos e complexos entendimentos íntimos relativos à própria existência.


quarta-feira, 3 de junho de 2026

MÃE LENDO PLATÃO AS SEIS DA MANHÃ? FALA SÉRIO!!!

Acabo de receber a visita de meu filho Luiz Claudio que ao ir para o trabalho, deu uma paradinha para me trazer um pãozindo bem quentinho que imediatamente comi, deixando a manteiga se derreter em seu interior e até escorrer e sujar os cantos de minha boca. Isso é dupla felicidade e exemplifica o texto que escrevi antes do dia clarear. 



 

terça-feira, 2 de junho de 2026

DESCE DO SALTO

Nunca, em tempo algum, descerei do salto de me sentir uma saborosa ameixa em meio a este pomar deslumbrante da vida. 

De repente, pensando muito tempo depois, compreendi que, quando as piabinhas do riacho de Guapimirim desviavam-se dos seus rotineiros caminhos só para beliscarem minhas perninhas, buscavam algo em especial. E era eu que lá estava. 


segunda-feira, 1 de junho de 2026

JUNHO-ENTRE O SAGRADO E O PROFANO

Acordei pensando que, mais uma vez, estou tendo a oportunidade de programar minha forma de caminhar nesta vida. Ela, que é encantadora por si só, já deveria ser o bastante para que eu e você, que me lê, a conduzíssemos de forma leve e harmoniosa. Todavia, como somos de uma absurda cegueira existencial, simplesmente justificamos a nossa inoperância com as circunstâncias, como se estas fossem sentenças definitivas e nada pudéssemos fazer a respeito.


CONFESSO...

Pois é, acordei nesta sexta-feira sentindo uma saudade gostosa de um passado que escreveu a minha história e que, em flashes, adentra vez po...