quinta-feira, 30 de julho de 2026


 

AUFRÁGIOS CONTÍNUOS DAS ILUSÕES MIDIÁTICAS

SONHOS... Todo mundo sonha enquanto dorme, mas nem todo mundo, ao acordar, se lembra. Às vezes acontecem fragmentos do sonho, mas não é uma atividade constante. Na realidade, sou capaz de contar nos dedos as vezes em que sonhei e depois me lembrei. E aí, penso: por que estou falando disso neste amanhecer se sonhei com um banheiro extremamente sujo e dele me lembro em detalhes? 

Cruz-credo! Pelo sim, pelo não, pedi ao meu filho para jogar no rato e no porco no jogo do bicho online, se é que isso existe. Que coisa, viu!


quarta-feira, 29 de julho de 2026

Equilíbrio

“O verdadeiro equilíbrio não acontece de repente, mas através de um laborioso polimento existencial que exige coragem, renúncias e desapego contínuo”. 

Regina Carvalho.



HUMOR DA NATUREZA

Gosto de ouvir Vivaldi em suas “Quatro Estações”, que descrevem desde a exuberância da primavera até o drama do inverno. Ele captura, com sensibilidade, as variantes do humor da natureza. Nós, por outro lado, muitas vezes somos capazes dessa alternância em um único dia, o que, antes de tudo, nos exaure profundamente.

Se nessa excepcional obra de arte essa variação é simplesmente enriquecedora, em nosso emocional ela desgasta e nos enfraquece. Tira-nos grande parte da sensibilidade e altera mais do que o humor, já que desenvolve um profundo enfado, primo-irmão da impaciência que, afinal, nos rouba a tolerância. E a tolerância é absolutamente necessária a fim de que possamos desenvolver relacionamentos menos conflituosos.


terça-feira, 28 de julho de 2026


 

NÃO ENTENDO...

E por não entender permaneço como uma especuladora contumaz em comparações entre o belo e o feio, sem encontrar razões racionais que façam um número cada vez maior de pessoas optarem por ingerir o cruel e danoso, fazendo destes horrores suas adrenalinas instantâneas.

 Claro que existem explicações teóricas e práticas que principalmente a psicologia oferece, mas ainda assim, minha mente não consegue alcançar e então, há muito deixei de querer entender e simplesmente contorno tudo quanto possa considerar como lixo sistêmico, no que se inclui, tudo que represente chorume como apelos de sucessos de bilheteria, geralmente altamente duvidosos. Ontem tentei por insistência de minha filha assistir a um filme que contava a história macabra de Elize e Marcos Matsunaga, aquele herdeiro da Yoki que foi morto e esquartejado em seu apartamento em São Paulo, todavia, com menos de 30 minutos, percebi a tragédia que se avizinhava, independente de saber através da cobertura minuciosa à época do ocorrido.