sábado, 2 de maio de 2026


 

CANSAÇO...

De repente, olhei ontem para o notebook e, pela primeira vez depois de muito tempo, não quis utilizá-lo para escrever o meu texto. Hoje, novamente, senti essa sensação de cansaço, mas aí pensei: não posso continuar a ceder. Preciso lembrar-me do quanto me faz bem tecá-lo, deixando fluir palavras que são só minhas. Através delas, deixo falar minha mente, podendo burilá-la até que fique adequada a uma convivência mais harmoniosa com minhas emoções, sempre muito agitadas e também confusas, geralmente misturando sentimentos com a bendita razão.


quinta-feira, 30 de abril de 2026


 

NÃO ME ILUDO...

Dizem que é um dia da caça e outro do caçador. O ideal seria não precisar estar em nenhuma dessas situações, mas, com esta humanidade que se perdeu em egos vaidosos e em uma ignorância sistêmica, acredita-se que para ter algo é preciso abater o próximo. Desconsiderado o equilíbrio na divisão de bens e valores, restou-nos apenas o consolo divino.


quarta-feira, 29 de abril de 2026

VIVENDO E APRENDENDO

Ouvi, neste amanhecer, uma senhora que deduzo ser psicóloga abordando um assunto no Facebook que me tocou de forma clara e esclarecedora. Afinal, fui educada e eduquei meus filhos repetindo estas e muitas outras expressões.

Lembrei-me também de uma música composta por Belchior, chamada "Como Nossos Pais", que foi um sucesso retumbante na voz de Elis Regina em 1976, pouco tempo depois do nascimento do meu Luiz Claudio. A letra retrata que, apesar de às vezes culparmos nossos pais por tudo, lá estava a Regininha reproduzindo nos filhos os mesmos padrões.



 

SALVA PELO MEDO...

O frio é tanto que até o notebook está se recusando a funcionar como sempre faz, atendendo à sempre enorme demanda que lhe imponho. Minhas mãos e todo o meu corpo estão gelados, mas insisto, afinal já passa das oito horas e não consegui formatar absolutamente nenhum pensamento. E, meu Deus, são tantos!
Nem o frio ou o calor extremos impedem minha mente de, a cada amanhecer, correr a mil por hora e atropelar esta senhora que, apesar de superanimada e de se esquecer da idade que tem, às vezes derrapa nas inerentes limitações.