Não sei você que me lê, mas ao longo da vida, talvez por instinto, natureza ou simplesmente indução de um naturalismo sempre presente, fui criando um sistema selecionador de prioridades que deveriam fazer parte dos meus interesses.
Como uma observadora contumaz, meus sentidos, como apuradíssimos radares, captavam informações, dando muito trabalho à minha mente que, incansável, processava e selecionava o que de alguma forma contribuiria para o meu todo de criatura humana, tendo especial atenção ao "todo mundo faz assim".






